O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou uma medida provisória para aumentar o atendimento especializado no SUS. A nova estratégia inclui a parceria com hospitais privados para ajudar a diminuir as filas de espera. Para isso, serão criados 518 novos cargos na Anvisa, que ficará responsável pela fiscalização dos serviços. Essa medida vem após a aprovação de um projeto de lei que melhorou os salários dos servidores da Anvisa. A proposta permite que o Ministério da Saúde encaminhe pacientes para clínicas e hospitais privados, que poderão usar suas dívidas com o governo como forma de pagamento. Essa ação é uma atualização do programa Mais Acesso a Especialistas, que foi lançado em 2024 e tem enfrentado críticas por sua lentidão. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, foi encarregado de implementar essa estratégia, já que o tempo médio de espera para consultas no SUS chegou a 57 dias em 2024, mostrando a necessidade de melhorias no atendimento. Lula espera que essa medida se destaque como um compromisso do governo com a saúde pública.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assina nesta sexta-feira uma medida provisória para ampliar o atendimento especializado no Sistema Único de Saúde (SUS). A nova estratégia inclui a incorporação de hospitais privados na rede pública, visando reduzir as filas de espera.
Para viabilizar essa expansão, serão criados 518 novos cargos efetivos na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que será responsável pela fiscalização dos novos serviços. Essa medida segue a aprovação de um projeto de lei pelo Congresso Nacional, que recompôs os salários dos servidores e permitiu a reestruturação das carreiras na Anvisa.
A proposta de Lula busca acelerar o atendimento especializado, permitindo que o Ministério da Saúde encaminhe pacientes para clínicas e hospitais privados. Em contrapartida, essas instituições poderão abater dívidas com o governo federal. Essa iniciativa representa uma repaginação do programa Mais Acesso a Especialistas, lançado em 2024, que enfrenta críticas pela demora em apresentar resultados.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, recebeu a missão de impulsionar essa estratégia. Dados do Ministério da Saúde indicam que, em 2024, o tempo médio de espera para consultas no SUS chegou a 57 dias, o que evidencia a necessidade urgente de ações para melhorar o atendimento. Lula espera que essa nova medida se torne um destaque do governo na área da saúde, refletindo um compromisso com a melhoria do sistema público.
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