Susan Lindo, uma mulher de 59 anos de Middlesbrough, enfrenta problemas com acumulação de objetos, algo que começou na infância e que ela pensava ser preguiça. Após uma entrevista na rádio, ela descobriu que sua condição é um transtorno mental e começou a buscar ajuda. Sua casa, cheia de coisas, apresenta riscos de incêndio, especialmente por causa da coleção de livros do marido. Susan se preocupa com a segurança e agora está motivada a organizar seu lar, fazendo isso em pequenos passos para não se sentir sobrecarregada. Ela quer que outras pessoas que enfrentam o mesmo problema saibam que não precisam se envergonhar e que ajuda está disponível.
Susan Lindo, uma mulher de cinquenta e nove anos de Middlesbrough, compartilha sua luta contra a compulsão por acumular objetos. O comportamento, que começou na infância, era visto por ela como preguiça. Após uma entrevista na BBC Radio Tees, Susan descobriu que sua condição é um transtorno mental.
A revelação ocorreu após a organização Clouds End CIC, que apoia pessoas com esse transtorno, classificar a acumulação como uma emergência de saúde mental. Susan ficou chocada ao perceber que a compulsão por acumular objetos era uma herança familiar. Seus pais também eram acumuladores, e ela nunca aprendeu a manter a casa organizada.
Robert, seu marido de sessenta e três anos, ajuda na limpeza, mas a casa está cheia de objetos, incluindo uma coleção de mais de dois mil livros. Durante a entrevista, o Corpo de Bombeiros de Cleveland alertou sobre os riscos de incêndio associados à acumulação. A falta de espaço pode dificultar a evacuação em caso de emergência, e Susan ficou preocupada com a segurança de sua casa.
Hoarding Disorders UK relatou um aumento significativo nas solicitações de ajuda desde a pandemia. O transtorno é frequentemente ligado à ansiedade e pode envolver a dificuldade em se desfazer de objetos. A conselheira Rachel Bebbington destacou que muitos acumuladores não reconhecem a gravidade do problema e podem sentir vergonha de pedir ajuda.
Motivada pela nova compreensão de sua condição, Susan começou a desordenar sua casa em pequenos passos. Ela já havia tentado antes, mas agora está determinada a mudar. A cada dia, ela dedica dez minutos para organizar, levando itens para uma loja de caridade. Susan quer que outros saibam que não há vergonha em buscar ajuda e que é importante enfrentar o problema antes que se torne incontrolável.
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