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Identifique e proteja-se de pessoas que causam mal-estar emocional e psicológico

Reconhecer relações tóxicas é essencial para a saúde mental. Entenda como esses vínculos afetam seu bem-estar e busque a cura.

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Você já se sentiu cansado ou triste após conversar com alguém? Isso pode ser um sinal de que essa pessoa é tóxica para você. O termo “pessoa tóxica” foi popularizado em 1995 e se refere a indivíduos que causam mal-estar emocional. A psicóloga Silvia Congost explica que relações tóxicas podem levar a problemas como ansiedade e depressão. Quando alguém nos faz sentir culpados, inseguros ou confusos, isso pode ser um sinal de maltrato psicológico. Reconhecer esses comportamentos é importante para entender nosso sofrimento e buscar ajuda. Muitas vezes, ao nos afastarmos de pessoas que nos fazem mal, conseguimos melhorar nossa saúde mental. Essas pessoas podem estar em qualquer parte da nossa vida, como familiares, amigos ou colegas de trabalho. A prática clínica mostra que o abuso e a manipulação geram sintomas físicos e emocionais. Identificar e entender essas relações é fundamental para que possamos nos proteger e buscar a cura.

A psicóloga Silvia Congost alerta sobre os efeitos nocivos das relações tóxicas, que podem levar a sintomas como ansiedade e depressão. Segundo ela, é fundamental reconhecer esses vínculos para promover a cura e o bem-estar emocional.

O conceito de “pessoas tóxicas”, popularizado por Lillian Glass em mil novecentos e noventa e cinco, refere-se a indivíduos que causam mal-estar emocional. Congost destaca que essas relações podem gerar sentimentos de culpa, insegurança e confusão. A Organização Mundial da Saúde (OMS) define substâncias tóxicas como aquelas que causam efeitos nocivos ao organismo, e a psicóloga sugere que o mesmo pode ser aplicado a comportamentos humanos.

Congost observa que, ao identificar a origem do sofrimento, as pessoas podem começar a se proteger e a estabelecer limites. Ela afirma que muitos pacientes que apresentam sintomas depressivos frequentemente têm suas dificuldades ligadas a relações abusivas, seja com familiares, parceiros ou chefes. O reconhecimento do problema é um passo crucial para a recuperação.

A psicóloga enfatiza que o termo “tóxico” deve ser usado com cautela, mas pode ser útil para aqueles que sofrem. Compreender a origem do sofrimento pode ser libertador e ajudar na busca por mudanças. A prática clínica demonstra que, ao se afastar de relações prejudiciais, os sintomas podem diminuir ou até desaparecer.

Por fim, Congost ressalta que é importante entender que as pessoas que exercem comportamentos tóxicos muitas vezes também carregam suas próprias dores. Identificar e compreender essas dinâmicas é essencial para promover a saúde mental e emocional.

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