O hospital al-Awda, o último em funcionamento no norte de Gaza, foi evacuado após ameaças de bombardeio por parte das forças israelenses. O diretor do hospital, Dr. Mohammed Salha, informou que a evacuação ocorreu na noite de quinta-feira, após sete horas de negociações. Ele disse que a equipe teve que carregar os pacientes por mais de 300 metros até as ambulâncias, devido à destruição das estradas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou que não há mais hospitais funcionando na região, o que representa um grande problema para a saúde da população. A evacuação foi necessária porque as forças israelenses ameaçaram entrar no hospital e matar quem estivesse lá, ou bombardeá-lo. A situação em Gaza é crítica, com a população enfrentando escassez de alimentos e medicamentos devido ao bloqueio e aos ataques contínuos. Desde o início da campanha militar israelense em resposta ao ataque do Hamas em 7 de outubro, milhares de pessoas morreram e a crise humanitária se agravou.
O hospital al-Awda, o último em funcionamento no norte de Gaza, foi evacuado na noite de quinta-feira, 30 de maio de 2025, sob ameaça de bombardeio, conforme informou o diretor Dr. Mohammed Salha. Ele relatou que a evacuação foi forçada após duas semanas de cerco militar, deixando a região sem serviços de saúde.
Dr. Salha afirmou que a decisão de evacuar foi tomada após receber ameaças de que as forças de ocupação israelenses entrariam no hospital e matariam os presentes ou o bombardeariam. Ele tentou negociar para permanecer com parte da equipe, mas a proposta foi recusada. Após sete horas de negociações, a evacuação foi realizada, com pacientes sendo transportados a mais de 300 metros até ambulâncias, devido às condições das estradas.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) destacou que a evacuação do al-Awda significa que não há mais hospitais funcionando no norte de Gaza, o que representa uma grave crise humanitária. O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, pediu proteção para hospitais e seus funcionários, enfatizando que hospitais nunca devem ser atacados ou militarizados.
A evacuação ocorreu em meio a intensos bombardeios na região, que já havia sido alvo de ataques anteriores. O hospital havia sido atingido em diversas ocasiões, resultando em ferimentos em funcionários e na destruição de suprimentos médicos. A situação em Gaza se agrava, com a população enfrentando uma crise de fome e dificuldades para acessar cuidados médicos.
As forças de defesa de Israel (IDF) afirmaram que a evacuação era necessária devido à presença de organizações terroristas na área. A situação humanitária em Gaza continua crítica, com a ONU alertando para o risco de fome entre os 2,1 milhões de habitantes da região.
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