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Relatório do governo dos EUA usa estudos falsos sobre saúde infantil e gera polêmica

Relatório do governo dos EUA sobre saúde infantil enfrenta críticas por usar estudos falsos, levantando questões sobre a credibilidade do Secretário de Saúde.

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Um relatório do governo dos EUA sobre a saúde das crianças foi criticado por usar estudos falsos como referência. O documento, que falava sobre uma “crise de doenças crônicas” entre crianças, foi lançado em maio e teve que ser corrigido em 29 de maio, após a descoberta de que sete fontes citadas não existiam. O Secretário de Saúde, Robert F. Kennedy Jr., que já defendeu teorias desacreditadas sobre vacinas, está à frente do departamento responsável pelo relatório. O texto original apontava problemas como má alimentação e toxinas ambientais como causas de doenças nas crianças. Vários acadêmicos mencionados no relatório negaram ter escrito os estudos citados, chamando-os de “totalmente fabricados”. O Comitê Nacional Democrata acusou o departamento de usar fontes falsas para justificar suas políticas.

Um relatório do governo dos Estados Unidos sobre a saúde infantil, divulgado em 22 de maio, enfrenta críticas por utilizar estudos considerados “totalmente fabricados”. O documento, que aborda uma “crise de doenças crônicas” entre crianças, foi revisado em 29 de maio após a descoberta de sete fontes inexistentes.

O Secretário de Saúde, Robert F. Kennedy Jr., que lidera o departamento responsável pelo relatório, é acusado de justificar políticas com dados falsos. A versão original do relatório, emitida pela Comissão Make America Healthy Again, apontou fatores como dieta inadequada, toxinas ambientais e estresse como contribuintes para doenças crônicas em crianças.

Diversos acadêmicos citados no relatório negaram ter escrito os estudos mencionados. Guohua Li, professor da Universidade de Columbia, afirmou que a referência a ele era “totalmente fabricada”. Noah Kreski, também da mesma instituição, corroborou que o estudo não existe. A professora Katherine Keyes expressou preocupação com a precisão das citações, essenciais para a pesquisa científica.

A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, minimizou as falhas, alegando que eram “problemas de formatação” e que o conteúdo do relatório não foi afetado. O Comitê Nacional Democrata criticou a administração de Kennedy Jr. por usar fontes não verificadas e por erros nas citações, que incluem links quebrados e conclusões distorcidas.

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