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John D. Liu destaca reflorestamento na China como modelo para o mundo

John D. Liu critica a destruição ambiental no Brasil e destaca o sucesso do reflorestamento na China, que aumentou a cobertura florestal no platô Loess.

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John D. Liu, um cineasta e ativista ambiental, se mudou para a China em 1979 e trabalhou como jornalista antes de se dedicar ao reflorestamento. Ele destaca o sucesso do reflorestamento no platô Loess, onde a cobertura florestal aumentou de 8% para 25%. Liu critica o Brasil por sua destruição ambiental e menciona sua possível participação na COP30, mas ainda não decidiu se irá. Ele observa que a China está restaurando a biodiversidade e a função dos solos, enquanto o Brasil enfrenta grandes perdas. Liu acredita que a ação da população local foi fundamental para transformar um deserto em um ecossistema saudável e convida as pessoas a conhecerem essa mudança de perto.

John D. Liu, cineasta e ativista ambiental, destacou o sucesso do reflorestamento no platô Loess, na China, onde a cobertura florestal aumentou de 8% para 25%. Liu, que se mudou para a China em 1979, criticou o Brasil por sua destruição ambiental e ponderou sua participação na COP30, que ocorrerá em Belém do Pará.

Liu, que trabalhou como jornalista antes de se dedicar ao reflorestamento, ficou impressionado com os resultados obtidos na região. Ele observou que a ação da população local foi crucial para transformar um deserto em um ecossistema funcional. “Eles transformaram a situação de zero umidade relativa e zero vegetação em um ambiente diverso com riachos”, afirmou.

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, também elogiou o reflorestamento na China durante sua visita recente. Ela destacou que o país conseguiu reverter tendências de degradação ambiental, restaurando a função hidrológica e os solos. Liu comparou negativamente a situação do Brasil, afirmando que enquanto o país destrói sua riqueza natural, a China avança na recuperação ambiental.

O ativista, que se tornou uma referência em círculos ambientalistas, mencionou que o combate à desertificação na China começou na década de 1950. O programa de reflorestamento no platô Loess foi um dos primeiros esforços em larga escala, focando no controle da erosão do solo. Liu ainda não decidiu se participará da COP30, expressando dúvidas sobre a eficácia das conferências climáticas.

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