O uso medicinal do canabidiol no Brasil deve crescer muito nos próximos anos, com uma previsão de aumento de 494% até 2030, alcançando 2,1 milhões de pacientes. Em 2023, havia 430 mil pessoas usando o canabidiol, que consumiu 4,05 toneladas da substância. A Anvisa liberou o uso medicinal do canabidiol em 2015. O Instituto Escolhas, que estuda desenvolvimento sustentável, afirma que esse aumento na demanda pode incentivar a produção de cânhamo no país, que foi liberada para cultivo no final do ano passado. Atualmente, o Brasil importa o cânhamo, mas com a nova regulamentação, o setor pode gerar até R$ 5,7 bilhões até 2023, se o cultivo atender à demanda do mercado.
O uso medicinal do canabidiol deve crescer 494% no Brasil até 2030, segundo projeções do Instituto Escolhas. O número de pacientes em tratamento deve saltar de 430 mil em 2023 para 2,1 milhões nos próximos cinco anos. A autorização da Anvisa para o uso medicinal da substância ocorreu em 2015.
A demanda crescente por canabidiol está ligada à regulamentação do cultivo de cânhamo, que foi liberado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) no final de 2022. A regulamentação pode gerar R$ 5,7 bilhões até 2030. Atualmente, a indústria brasileira depende da importação do cânhamo, mas a produção local pode atender a essa demanda.
Em 2023, o uso regular de canabidiol consumiu 4,05 toneladas da substância. O Instituto Escolhas destaca que a ampliação do mercado deve incentivar a produção nacional, beneficiando não apenas o setor farmacêutico, mas também outras aplicações da planta, como fibras para tecidos e biocompostos.
A expectativa é que o cultivo de cânhamo se torne uma oportunidade significativa para o Brasil, alinhando-se à crescente aceitação do uso medicinal do canabidiol.
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