O fumo de incêndios florestais no Canadá chegou à Europa, afetando a qualidade do ar, especialmente no oeste da Península Ibérica. O Serviço de Vigilância da Atmosfera Copernicus está monitorando a situação, que inclui 202 incêndios ativos no Canadá, sendo 113 fora de controle. Embora o fumo não represente um risco à saúde, ele causa céus turvos e tons avermelhados, visíveis principalmente ao amanhecer e ao entardecer. O fenômeno é resultado de colunas de fumaça que cruzaram o Atlântico, com previsões de mais transporte de fumaça nos próximos dias. Em 2023, os incêndios no Canadá queimaram 17 milhões de hectares, gerando as maiores emissões de fumaça já registradas no país.
Os incêndios florestais no Canadá, especialmente nas províncias de Columbia Britânica, Alberta, Saskatchewan, Manitoba e Ontário, têm gerado preocupação. Em 2023, 17 milhões de hectares foram devastados. Atualmente, há 202 incêndios ativos, com 113 fora de controle.
Recentemente, o fumo desses incêndios cruzou o Atlântico, afetando a qualidade do ar na Europa, especialmente no oeste da Península Ibérica. O fenômeno resultou em céus turvos e tonalidades avermelhadas, semelhantes à calima. O Serviço de Vigilância da Atmosfera Copernicus (CAMS) está monitorando a situação e prevê um aumento no transporte de fumaça.
A fumaça, que não representa perigo à saúde, está a uma grande altitude. Os efeitos são mais visíveis ao amanhecer e ao entardecer. Imagens mostram a presença do fumo sobre regiões como Andaluzia e Extremadura. O CAMS informou que várias colunas de fumaça foram observadas, com uma grande atingindo o noroeste da Europa no início de junho.
Os incêndios no Canadá estão relacionados ao início da temporada de queimadas, que se intensifica com a chegada do verão boreal. Até o momento, foram queimados 2,2 milhões de hectares em 2025, um número inferior ao recorde de 2023. O CAMS continua a acompanhar o transporte de fumaça, que impacta as condições atmosféricas em regiões distantes, como a Europa e o Ártico.
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