A autora retomou o contato com sua antiga psicoterapeuta, LP, após 15 anos, devido à morte de seu pai e crises pessoais. Ela refletiu sobre seu crescimento desde a última vez que se encontrou com LP, sentindo-se mais confiante e menos intimidada. Durante a primeira consulta, ambas notaram mudanças em suas vidas e discutiram experiências passadas. A autora compartilhou suas lutas com a depressão e a perda de uma amiga, além de como superou esses desafios ao longo dos anos. Embora tenha se sentido pronta para encerrar a terapia antes, as dificuldades recentes a levaram a buscar apoio novamente. Agora, ela se sente mais capaz de lidar com suas emoções e está aberta a continuar o trabalho com LP, sem pressa de terminar a terapia.
Após 15 anos, autora retoma terapia com psicoterapeuta
A autora, que havia se consultado com a psicoterapeuta LP há 15 anos, decidiu buscar apoio novamente após a morte de seu pai e crises pessoais. Em junho, ela escreveu para LP, que se mostrou disposta a reestabelecer o contato.
Na primeira consulta, a autora refletiu sobre seu crescimento e a mudança na dinâmica da terapia. Ela se sentiu mais confiante e menos intimidada. Ambas notaram que haviam desenvolvido perda auditiva, o que as levou a se aproximar durante a conversa. LP recordou momentos do passado, aliviando a autora de recontar as dificuldades enfrentadas na gestão da saúde de seu pai.
A autora relembrou a dor da perda de uma amiga, Lisa, que cometeu suicídio. Essa experiência a levou ao consultório de LP na juventude, onde lidou com diagnósticos de depressão e desafios em sua vida pessoal. Com o tempo, a terapia a ajudou a melhorar, levando-a a um relacionamento saudável e a uma vida mais funcional.
Retorno à terapia
Após crises recentes, incluindo um diagnóstico de câncer e a deterioração da saúde de seu pai, a autora percebeu o retorno de sua depressão. Um encontro impactante com um homem em seu bairro, que estava em crise, trouxe à tona lembranças dolorosas e a fez buscar novamente a ajuda de LP.
Durante as sessões, LP demonstrou compreensão e empatia, lembrando da autora como alguém que buscava entender suas dificuldades. A autora, agora com mais experiência, se sentiu menos intimidada e mais à vontade para dialogar.
Após quase um ano de terapia, a autora se questiona sobre a continuidade do tratamento. Embora não tenha pressa em encerrar, ela reconhece que a dinâmica entre elas mudou. Ambas estão mais velhas e, de certa forma, se tornaram pessoas diferentes.
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