A Anvisa apreendeu dois lotes de medicamentos falsificados: um do Rybelsus e outro do Ofev. O lote do Rybelsus, que é usado para tratar diabetes tipo 2, é o M088499 e não foi reconhecido pela fabricante Novo Nordisk. O Ofev, indicado para tratar fibrose pulmonar, teve o lote 681522 apreendido e também não foi reconhecido pela Boehringer Ingelheim. A Anvisa alerta que o uso de medicamentos falsificados pode não tratar doenças e ainda causar intoxicações, pois não se sabe a composição desses produtos. A agência recomenda que, se alguém encontrar esses medicamentos, não os use e entre em contato com as empresas responsáveis. Além disso, é importante comprar medicamentos apenas em locais autorizados e sempre pedir a nota fiscal.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou a apreensão de dois lotes de medicamentos falsificados: o M088499 do Rybelsus e o 681522 do Ofev. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira. Ambos os lotes não foram reconhecidos pelas fabricantes Novo Nordisk e Boehringer Ingelheim, sendo considerados clandestinos.
O Rybelsus é um comprimido utilizado no tratamento de diabetes tipo 2, enquanto o Ofev é indicado para retardar a progressão da fibrose pulmonar idiopática. O microbiologista e infectologista do Grupo Fleury, Matias Chiarastelli Salomão, alerta sobre os riscos associados ao uso de medicamentos falsificados, que incluem a falta de tratamento adequado e a possibilidade de intoxicação.
Salomão destaca que, ao utilizar medicamentos não verificados, o paciente pode enfrentar complicações graves, como danos aos rins. Além disso, a contaminação por toxinas e microrganismos é uma preocupação, especialmente em produtos injetáveis. A Anvisa recomenda que a população e os profissionais de saúde não utilizem os medicamentos suspeitos e verifiquem a autenticidade diretamente com as empresas responsáveis.
A agência também orienta que qualquer identificação de medicamentos falsificados seja comunicada imediatamente à Anvisa, preferencialmente através do sistema Notivisa para profissionais de saúde ou pela plataforma FalaBR para pacientes. A Anvisa reforça a importância de adquirir medicamentos apenas em estabelecimentos regularizados, sempre com a embalagem completa e a nota fiscal.
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