O Jardim de Alah, no Rio de Janeiro, vai passar por uma revitalização para se tornar um espaço mais verde e acessível. O projeto inclui o plantio de 1.300 árvores e a remoção das grades que cercam o parque, promovendo a integração com a comunidade. A área, que fica entre a Lagoa Rodrigo de Freitas e o mar, estava em estado de abandono, mas agora será transformada em um novo cartão-postal da cidade. A revitalização também envolve a recuperação da vegetação nativa, com o plantio de árvores da Mata Atlântica, respeitando a legislação local. O projeto é uma parceria público-privada e busca melhorar a qualidade de vida na região, mostrando que é possível unir natureza e urbanização.
O Jardim de Alah, localizado entre Ipanema e Leblon, passará por uma revitalização significativa. A iniciativa, anunciada no Dia Mundial do Meio Ambiente, visa transformar o espaço em um local aberto e arborizado, promovendo a sustentabilidade e a integração comunitária. O projeto inclui o plantio de 1.300 árvores e a remoção de grades que atualmente isolam o parque.
A revitalização é resultado de uma parceria público-privada e busca valorizar o Jardim de Alah como um novo cartão-postal do Rio de Janeiro. A proposta não se limita a uma intervenção urbana, mas representa uma transformação ambiental, paisagística e social. O consórcio responsável pela obra planeja recuperar a vegetação nativa, com o plantio de cerca de 330 árvores da Mata Atlântica, respeitando a legislação de tombamento municipal.
Além disso, a supressão de 130 árvores, principalmente espécies exóticas, foi autorizada, mas o consórcio se comprometeu a retirar apenas 70 e transplantar 60. A compensação ambiental incluirá o plantio de mais de 1.300 árvores em áreas definidas pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente. Essa ação é vista como um passo importante para a sustentabilidade urbana e a recuperação da biodiversidade local.
A revitalização do Jardim de Alah reafirma o papel dos parques na qualidade de vida urbana, promovendo bem-estar e fortalecendo laços comunitários. O projeto é um exemplo do compromisso do Rio de Janeiro com a restauração ambiental, mostrando que é possível unir preservação e desenvolvimento urbano.
Entre na conversa da comunidade