Um estudo recente publicado na The Lancet indica que, se as tendências atuais se mantiverem, até 1,7 milhão de pessoas poderão viver com demência na Inglaterra e no País de Gales até 2040. Este número representa um aumento de 40% em relação às previsões anteriores. Os sintomas iniciais, como esquecimento e confusão, são comuns e […]
Um estudo recente publicado na The Lancet indica que, se as tendências atuais se mantiverem, até 1,7 milhão de pessoas poderão viver com demência na Inglaterra e no País de Gales até 2040. Este número representa um aumento de 40% em relação às previsões anteriores. Os sintomas iniciais, como esquecimento e confusão, são comuns e devem ser observados com atenção.
Especialistas sugerem que comportamentos cotidianos podem ser sinais precoces da condição. A enfermeira Jane Pritchard, do The Good Care Group, recomenda um teste simples: pedir para alguém preparar uma xícara de chá. Este teste pode revelar a capacidade de seguir passos lógicos, como ferver a chaleira e localizar utensílios. Passos perdidos podem indicar a necessidade de uma avaliação médica.
Outro teste amplamente utilizado é o do desenho do relógio, que o Serviço Nacional de Saúde (NHS) do Reino Unido aplica há décadas. A tarefa consiste em desenhar um mostrador de relógio e posicionar os ponteiros. Embora pareça simples, requer habilidades cognitivas como memória e planejamento. Se o desenho apresentar erros, pode ser um sinal de alerta para a demência.
A identificação precoce da demência é crucial para o manejo da condição. Especialistas alertam que, mesmo que esses testes não sejam diagnósticos, eles podem ajudar a identificar pessoas que necessitam de acompanhamento médico.
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