Em um episódio exibido ontem, dia sete de junho, na novela Vale Tudo, da TV Globo, a personagem Leila, interpretada por Carolina Dieckmann, fez uma revelação impactante a Marco Aurélio, vivido por Alexandre Nero. Durante a primeira noite de sexo do casal, Leila confessou que nunca havia tido um orgasmo. “Marco Aurélio, eu queria te […]
Em um episódio exibido ontem, dia sete de junho, na novela Vale Tudo, da TV Globo, a personagem Leila, interpretada por Carolina Dieckmann, fez uma revelação impactante a Marco Aurélio, vivido por Alexandre Nero. Durante a primeira noite de sexo do casal, Leila confessou que nunca havia tido um orgasmo. “Marco Aurélio, eu queria te dizer uma coisa. É que… Eu acabei de descobrir que prazer e orgasmo são duas coisas diferentes”, disse a personagem.
Essa situação reflete uma realidade enfrentada por muitas mulheres. Estudos indicam que apenas 46% a 58% das mulheres heterossexuais já experimentaram o orgasmo, em contraste com 70% a 85% dos homens de diversas orientações sexuais. Além disso, mulheres lésbicas e bissexuais entre 35 e 49 anos apresentam taxas de orgasmo mais elevadas em comparação às heterossexuais.
Outro estudo, publicado na revista The Journal of Sex Research, revelou que 64% das mulheres já fingiram um orgasmo, enquanto apenas 34% dos homens admitiram fazer o mesmo. A pesquisa, que envolveu 500 pessoas de seis países, aponta que fatores sociais e culturais contribuem para essa disparidade. O prazer feminino frequentemente é negligenciado em relacionamentos heterossexuais, e muitas mulheres temem expressar suas necessidades sexuais, o que pode gerar desconforto.
Entre as entrevistadas, a razão mais citada para fingir um orgasmo foi a curta duração do relacionamento. Mulheres em relações mais longas tendem a ser menos propensas a essa prática. Um terço das participantes afirmou que não se sentia pressionada a fingir, sentindo-se confortável com a ausência de orgasmo durante o sexo.
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