A bioenergética, técnica psicocorporal que integra corpo e fala, tem atraído pessoas em busca de autoconhecimento e cura emocional. Uma participante de um workshop, após anos de diversas terapias, relata suas experiências e descobertas durante as sessões. A autora, que começou a explorar a bioenergética com ceticismo, encontrou um espaço para curar traumas e despertar […]
A bioenergética, técnica psicocorporal que integra corpo e fala, tem atraído pessoas em busca de autoconhecimento e cura emocional. Uma participante de um workshop, após anos de diversas terapias, relata suas experiências e descobertas durante as sessões.
A autora, que começou a explorar a bioenergética com ceticismo, encontrou um espaço para curar traumas e despertar sua consciência. Desde os 17 anos, ela passou por diferentes terapias, como psicanálise e tratamento para transtornos alimentares. A bioenergética, segundo ela, enfatiza o corpo como meio de acessar o eu autêntico.
Durante as sessões, a participante realiza movimentos que visam liberar tensões e emoções reprimidas, como tristeza e raiva. Alexander Lowen, criador da bioenergética, afirma que a supressão de sentimentos reduz a vitalidade do corpo. A cultura ensina que certos sentimentos são “ruins”, levando à repressão emocional na infância.
A terapia permite a expressão de sons, algo que a autora considera inicialmente constrangedor. “O corpo naturalmente emite sons”, explica a terapeuta, ressaltando a importância da vibração sonora para a liberação emocional. A prática busca recuperar a alegria corporal e a sensação de bem-estar.
A participante observa mudanças em seu corpo, como tremores involuntários e uma sensação de calor. “Esse processo é lento e exige paciência”, afirma. Ela se sente mais relaxada e leve, percebendo que pode continuar sua cura ao se permitir expressar emoções sem filtros. A bioenergética, portanto, se revela uma ferramenta poderosa para a recuperação da energia vital e da autenticidade.
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