Crianças e adolescentes estão passando muito tempo em dispositivos digitais, o que está afetando suas interações sociais e momentos em família. Um estudo mostrou que 90% dos adultos acham que os jovens não têm apoio emocional suficiente para lidar com o mundo digital, e 70% acreditam que psicólogos deveriam estar nas escolas para ajudar com problemas como bullying e ansiedade. O psicólogo Cristiano Costa alerta que jogos digitais podem criar vícios, liberando dopamina no cérebro, o que é preocupante para a formação dos jovens. O estudo também revelou que 57% dos entrevistados veem bullying e violência escolar como grandes desafios, enquanto 48% mencionam depressão e ansiedade, e 32% falam sobre pressão estética. Apesar disso, apenas 20% dos pais planejam usar ferramentas de controle digital. Isso mostra a necessidade de mais conscientização. A pesquisa sugere que cuidar da saúde mental dos jovens é uma responsabilidade de todos: governo, escolas, famílias e sociedade. É importante criar ambientes seguros, especialmente nas escolas, já que muitos jovens usam redes sociais. A pesquisa também indica que mais da metade dos brasileiros segue influenciadores digitais, com WhatsApp sendo a rede mais usada entre os mais velhos, enquanto Instagram e TikTok são populares entre os jovens. Edmar Bulla, do Grupo Croma, destaca a importância do controle e orientação dos pais, já que as novas gerações preferem plataformas mais dinâmicas. A pesquisa mostra que é urgente prestar atenção à saúde mental dos jovens em um mundo digital.
Crianças e adolescentes estão cada vez mais imersos em dispositivos digitais, substituindo interações sociais e momentos em família por longas horas em frente a telas. Um estudo da Porto Digital revela que 90% dos adultos acreditam que os jovens não têm suporte emocional adequado para enfrentar os desafios do ambiente digital. Além disso, 70% defendem a presença de psicólogos nas escolas para ajudar a lidar com questões como bullying e ansiedade.
O psicólogo Cristiano Costa, da EBAC, alerta que o sistema de recompensas presente em jogos digitais ativa circuitos cerebrais relacionados a vícios, resultando em uma intensa liberação de dopamina. Essa vulnerabilidade é preocupante, pois crianças e adolescentes estão em fase de formação cognitiva. O levantamento também destaca que 57% dos entrevistados identificam bullying e violência escolar como os principais desafios enfrentados pelos jovens atualmente.
Outros fatores, como depressão e ansiedade, afetam 48% dos jovens, enquanto 32% mencionam pressão estética como um problema significativo. Apesar da gravidade da situação, apenas 20% dos pais afirmam que pretendem utilizar ferramentas de controle digital no futuro. Essa baixa adesão reforça a necessidade de conscientização e orientação para as famílias.
Responsabilidade Coletiva
A pesquisa indica que o cuidado com a saúde mental dos jovens deve ser uma responsabilidade compartilhada entre governo, escolas, famílias e sociedade. É fundamental criar ambientes mais seguros e acolhedores, especialmente nas escolas, considerando o uso precoce das redes sociais. O estudo “Influenciadores”, da Croma Consultoria, mostra que mais da metade dos brasileiros acompanha influenciadores digitais. O WhatsApp é a rede social mais utilizada, especialmente entre as gerações mais velhas, enquanto o Instagram e o TikTok se destacam entre os jovens.
Edmar Bulla, fundador do Grupo Croma, ressalta a importância do controle e da orientação parental, afirmando que as gerações mais novas buscam plataformas dinâmicas, enquanto as mais velhas permanecem em redes tradicionais. A pesquisa evidencia a necessidade urgente de um olhar atento para a saúde mental dos jovens em um mundo cada vez mais digital.
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