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Ariadna revela que silicone no bumbum causou dor intensa e comparações inusitadas

Ariadna Arantes alerta sobre os riscos de procedimentos estéticos inseguros e a pressão social enfrentada por mulheres trans em busca de aceitação.

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Ariadna Arantes, a primeira mulher transexual a participar do Big Brother Brasil, conversou com Maya Massafera sobre os riscos de procedimentos estéticos. Ela lembrou que, quando era mais jovem, usou silicone industrial, uma substância perigosa conhecida como silicone de “limpar pneu de avião”, por falta de dinheiro. Ariadna descreveu o processo como doloroso e desconfortável, com agulhas grandes e um ambiente improvisado. Durante a conversa, elas também falaram sobre a pressão que mulheres trans sentem para se encaixar em padrões de beleza, onde a falta de silicone pode levar à rejeição. Ariadna, que se arrepende de ter feito esses procedimentos, alertou sobre os efeitos colaterais que ainda enfrenta, como a migração do silicone em seu corpo. Elas destacaram a importância de discutir esses riscos para ajudar outras mulheres a tomarem decisões mais seguras sobre estética.

Ariadna Arantes, a primeira mulher transexual a participar do Big Brother Brasil, compartilhou suas experiências sobre procedimentos estéticos em uma conversa com Maya Massafera. Durante o bate-papo, Ariadna relembrou os perigos do uso de silicone industrial, mencionando que, em sua juventude, utilizou uma substância perigosa, conhecida como silicone de “limpar pneu de avião”.

A influencer explicou que, devido à falta de recursos financeiros, optou por esse tipo de preenchimento. “Naquela época, as trans não tinham muita condição financeira”, afirmou. Ariadna descreveu o processo doloroso, que envolvia agulhas grandes e a mistura de substâncias em um ambiente improvisado. Ela ressaltou a dor intensa e o desconforto que sentiu durante e após o procedimento.

Pressão Social e Rejeição

A conversa também abordou a pressão social que mulheres trans enfrentam em relação à aparência. Ariadna e Maya discutiram como a falta de silicone era motivo de rejeição dentro da comunidade. “Se você não tiver silicone industrial, você não é travesti”, disse Maya, refletindo sobre a realidade de muitas mulheres trans, especialmente as mais pobres.

Ariadna, que já havia expressado arrependimento por ter feito procedimentos arriscados, lembrou que há oito anos injetou silicone industrial em seu corpo. Em uma publicação anterior, ela revelou os efeitos colaterais que ainda enfrenta, como a migração do silicone para outras partes do corpo. “Vejo pessoas tendo problemas e até morrendo”, alertou.

As duas influencers destacaram a importância de discutir esses temas abertamente, visando conscientizar outras mulheres sobre os riscos associados a procedimentos estéticos inseguros. Ariadna concluiu que, apesar das mudanças na percepção social, ainda há muito a ser feito para garantir a segurança e o bem-estar das mulheres trans.

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