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‘Pasture Raised’ ganha nova definição e impacta compras de carne no mercado

USDA redefine "pasture-raised", exigindo que aves passem a maior parte da vida em pastagens, garantindo maior bem-estar animal.

Foto: Reprodução
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A USDA, que é o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, mudou a definição de “pasture-raised”, que agora exige que as aves passem a maior parte da vida em pastagens. Essa nova regra foi aprovada em março de 2025, após receber apoio de 96% das opiniões durante uma consulta pública. A mudança foi proposta por duas empresas, Pasturebird e Perdue Farms, que queriam esclarecer a diferença entre “pasture-raised” e “free-range”. Enquanto “pasture-raised” garante acesso a áreas com vegetação, “free-range” só exige que os animais tenham acesso ao espaço externo. Especialistas e consumidores apoiaram a mudança, e a FSIS, que é o Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar, recebeu cerca de 6.500 comentários pedindo uma definição mais clara. Paul Greive, da Pasturebird, disse que essa atualização é uma vitória para o bem-estar animal e para os agricultores que seguem práticas mais éticas. Organizações como Certified Humane e Global Animal Partnership já ajustaram suas diretrizes para se alinhar com as novas normas da USDA, ajudando os consumidores a confiarem nas informações sobre os produtos que compram.

A USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) revisou a definição de “pasture-raised”, estabelecendo que os animais devem passar a maior parte de suas vidas em pastagens. Essa mudança, aprovada em março de 2025, foi respaldada por 96% dos comentários recebidos durante o processo de consulta pública.

A nova definição foi impulsionada por uma petição de duas empresas, Pasturebird e Perdue Farms, que buscavam esclarecer a distinção entre “pasture-raised” e “free-range”. Enquanto o termo “pasture-raised” agora exige que os animais tenham acesso a áreas com vegetação, o “free-range” apenas garante acesso ao espaço externo. Mike Badger, diretor executivo da American Pastured Poultry Producers Association, destacou que essa decisão reconhece a importância das práticas de criação em pastagens para pequenas propriedades.

A mudança foi amplamente apoiada por consumidores e especialistas do setor. A FSIS (Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar) da USDA recebeu cerca de 6.500 comentários, com a maioria pedindo uma definição mais clara. Paul Greive, fundador da Pasturebird, afirmou que essa atualização é uma vitória para o bem-estar animal e para os agricultores que adotam práticas de criação mais éticas.

Além disso, organizações como Certified Humane e Global Animal Partnership já atualizaram suas diretrizes para refletir as novas normas da USDA, garantindo que os consumidores possam confiar nas informações sobre os produtos que compram. Mimi Stein, diretora executiva da Certified Humane, ressaltou a importância dessa atualização para a confiança do consumidor.

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