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Brasileira assume liderança na Sociedade Europeia de Oncologia Médica

Rachel Riechelmann assume a diretoria da Sociedade Europeia de Oncologia Médica em janeiro de 2026, marcando um avanço para a oncologia brasileira.

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Rachel Riechelmann, uma oncologista do A.C.Camargo Cancer Center, foi eleita para a diretoria da Sociedade Europeia de Oncologia Médica (Esmo), sendo a primeira brasileira a ocupar esse cargo. Ela começará seu mandato em janeiro de 2026 e ficará na posição por dois anos. Rachel lidera o Centro de Referência em Tumores Neuroendócrinos e, durante seu tempo na diretoria, ajudará a moldar as estratégias da Esmo. Essa conquista é importante para o Brasil, pois mostra o reconhecimento da qualidade da oncologia no país e destaca a relevância do A.C.Camargo Cancer Center na área. Rachel acredita que sua nova função ajudará a aumentar a presença do Brasil em discussões globais sobre o câncer.

Pela primeira vez na história da Sociedade Europeia de Oncologia Médica (Esmo), uma brasileira foi eleita para a diretoria da entidade. A oncologista Rachel Riechelmann, do A.C.Camargo Cancer Center, assumirá o cargo em janeiro de 2026. Este marco representa um avanço significativo para o Brasil na área da oncologia.

Rachel Riechelmann, que lidera o Centro de Referência em Tumores Neuroendócrinos, ocupará a posição por um período de dois anos. Durante seu mandato, ela não apenas fará parte da diretoria, mas também integrará o conselho da Esmo, influenciando diretamente as estratégias e projetos globais da organização. Esse reconhecimento é um ponto alto na carreira de Rachel, que destaca a importância da visibilidade para o Brasil e para o A.C.Camargo Cancer Center, conhecido por sua excelência em tratamentos oncológicos e pesquisa.

A Esmo, fundada em 1975, é uma referência mundial em oncologia, promovendo a pesquisa e a educação na especialidade. A inclusão de uma profissional brasileira em sua diretoria é um reflexo do crescente reconhecimento da qualidade da oncologia no Brasil e das contribuições do país para a área. Rachel enfatiza que sua nova função representa não apenas um avanço pessoal, mas também uma oportunidade de fortalecer a presença brasileira em discussões e decisões globais sobre o câncer.

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