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Medo do escuro: entenda o que a psicologia revela sobre essa fobia comum

Medo do escuro pode indicar problemas emocionais. Psicóloga apresenta técnicas eficazes para superá-lo e melhorar a qualidade do sono.

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O medo do escuro é algo comum entre crianças, muitas vezes ligado a monstros e fantasias. Esse medo geralmente diminui com o tempo, mas se persistir na adolescência ou na vida adulta, pode indicar problemas emocionais. A psicóloga Monica Rezende Queiroz explica que esse medo é frequentemente aprendido, seja por reforços negativos, como ser retirado de um lugar escuro ao chorar, ou positivos, como dormir com os pais. Experiências negativas, como sustos em filmes, também podem aumentar o medo. É normal sentir esse medo entre dois e seis anos, mas se ele continuar e causar problemas como insônia, é preocupante. Para ajudar a superar esse medo, existem métodos como a dessensibilização sistemática, que envolve expor a pessoa a ambientes escuros aos poucos, e o treinamento de habilidades de enfrentamento, que ensina técnicas de relaxamento. Outras estratégias incluem reforçar comportamentos positivos e criar histórias que ajudem a criança a se identificar com personagens corajosos. Ter um ambiente noturno seguro e rotinas tranquilas também pode ajudar a lidar com esse medo.

Sentir medo do escuro é uma experiência comum na infância, frequentemente ligada a figuras do imaginário, como monstros. Esse temor geralmente diminui com o tempo, à medida que as crianças aprendem a distinguir entre fantasia e realidade. Contudo, quando o medo persiste na adolescência ou na vida adulta, pode sinalizar problemas emocionais mais sérios.

A psicóloga Monica Rezende Queiroz, do grupo Mantevida, explica que o medo do escuro é, na maioria das vezes, um comportamento aprendido. Esse aprendizado pode ocorrer por meio de reforços negativos, como quando a criança é retirada de um ambiente escuro ao chorar, ou reforços positivos, como dormir com os pais. Além disso, experiências negativas anteriores, como sustos em filmes ou histórias, podem contribuir para a generalização do medo.

Esse comportamento é considerado normal durante o desenvolvimento infantil, especialmente entre os dois e seis anos. No entanto, torna-se preocupante quando ultrapassa essa faixa etária ou causa dificuldades significativas, como insônia, despertares frequentes ou recusa em dormir sozinho.

Abordagens para o Tratamento

Para lidar com o medo do escuro, existem várias abordagens eficazes. A dessensibilização sistemática envolve expor gradualmente a pessoa a ambientes com pouca luz, reforçando respostas calmas. O treinamento de habilidades de enfrentamento ensina técnicas de respiração e relaxamento, enquanto a modelagem comportamental promove aproximações sucessivas ao objetivo, como começar a dormir com uma luz suave e reduzir a iluminação ao longo do tempo.

Outras estratégias incluem o reforçamento diferencial, que foca em comportamentos desejáveis, e a criação de histórias sociais, que ajudam a criança a se identificar com personagens que enfrentam o escuro com coragem. Por fim, um ambiente noturno previsível e seguro, com rotinas tranquilas, pode facilitar a superação desse medo.

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