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Tecnologia é usada para combater a violência entre parceiros íntimos

Leis emergentes visam combater o abuso facilitado por tecnologia, enquanto clínicas oferecem suporte essencial a sobreviventes.

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O abuso facilitado por tecnologia é uma forma crescente de violência doméstica, onde agressores usam dispositivos digitais para controlar suas vítimas. Recentemente, foram propostas leis para proibir o uso de dispositivos de rastreamento para assédio. Gioia, uma mãe de Massachusetts, contou que seu ex-marido a monitorava mesmo após a separação, usando monitores de bebê e um smartwatch que só ele podia desligar. Ela tentou relatar isso à corte, mas não conseguiu a custódia total dos filhos. Estudos mostram que muitos profissionais não entendem bem o TFA, e um levantamento na Austrália revelou que muitos casos são ignorados como violência doméstica. A falta de recursos para especialistas em tecnologia piora a situação. Iniciativas como a Clinic to End Tech Abuse em Nova York estão ajudando sobreviventes a lidar com esses problemas, que se tornam mais complexos com o avanço da tecnologia.

O abuso facilitado por tecnologia (TFA) tem se tornado uma forma crescente de violência doméstica, onde agressores utilizam dispositivos digitais para controlar e monitorar suas vítimas. Recentemente, propostas de leis têm surgido para combater essa prática, incluindo a proibição do uso de dispositivos de rastreamento para assédio.

Gioia, uma mãe de Massachusetts, compartilha sua experiência com o TFA. Após seu ex-marido instalar monitores de bebê em sua casa, ele continuou a monitorá-la mesmo após a separação. Um smartwatch presenteado ao filho mais novo continha um recurso de rastreamento que só poderia ser desativado por ele. Gioia relatou esses incidentes à corte, mas não obteve sucesso em conseguir a custódia total dos filhos. Sua frustração é evidente, pois ela gostaria que as marcas visíveis da violência fossem reconhecidas.

Estudos recentes indicam que a falta de compreensão sobre o TFA entre profissionais de segurança e serviços de vítimas é alarmante. Um levantamento australiano revelou que muitos casos de TFA são desconsiderados como violência doméstica. A escassez de recursos para especialistas em tecnologia agrava a situação, dificultando a identificação e a resposta a esses abusos.

Iniciativas como a Clinic to End Tech Abuse (CETA), em Nova York, estão surgindo para oferecer suporte técnico a sobreviventes. Essas clínicas têm se mostrado essenciais para ajudar as vítimas a lidar com as complexidades do TFA. Com a evolução constante da tecnologia, o desafio de proteger as vítimas se torna cada vez mais complexo, exigindo uma resposta robusta da legislação e da sociedade.

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