Maya Massafera, influenciadora digital, viajou à França para fazer uma cirurgia chamada queratopigmentação, que mudou a cor de seus olhos para verde claro. Esse procedimento é polêmico e considerado de alto risco, além de ser proibido no Brasil para fins estéticos. Em um vídeo, ela disse que o médico que a atendeu é muito respeitado. A cirurgia dura apenas 10 segundos e envolve o uso de um laser na córnea, mas o Conselho Brasileiro de Oftalmologia alerta que essa técnica só deve ser usada em casos de deficiência visual. O CBO também destacou que a mudança de cor pode causar sérios problemas, como lesões na córnea, infecções e até cegueira. Além disso, pessoas que já fizeram o procedimento relataram dor e dificuldade para enxergar. O CBO reforça que a cirurgia deve ser feita com muito cuidado e apenas por profissionais qualificados.
A influenciadora digital Maya Massafera anunciou que viajou à França para realizar um procedimento estético polêmico: a queratopigmentação, que alterou a cor de seus olhos para verde claro. O procedimento, que gera controvérsias, é considerado de alto risco e é proibido no Brasil para fins estéticos.
Em um vídeo, Maya comentou sobre a cirurgia, afirmando que o médico responsável é reconhecido como um dos melhores do mundo. O procedimento envolve a aplicação de um laser na córnea, que dura apenas 10 segundos e é precedido por anestesia. O resultado é uma nova íris artificial que se sobrepõe à original, com a promessa de um efeito natural. No entanto, o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) alerta que a técnica é permitida apenas em casos de pacientes com deficiência visual.
O CBO enfatiza que a mudança de cor dos olhos por meio de pigmentação cirúrgica é perigosa e pode resultar em complicações graves, como lesões na córnea, infecções e até cegueira permanente. O diretor do Pronto Atendimento Oftalmológico do Hospital das Clínicas da USP, Pedro Carricondo, também expressou preocupações sobre a realização do procedimento em locais inadequados, que podem levar a perfurações oculares.
Além disso, pacientes que já passaram pela queratopigmentação relatam problemas como dor, ardência e dificuldade de enxergar. O CBO reitera que a técnica deve ser realizada apenas com rigor médico, destacando os riscos associados à sua utilização indevida.
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