O vitiligo é uma condição que causa manchas brancas na pele e afeta entre 0,5% e 2% das pessoas no mundo. Essa doença autoimune acontece quando o sistema imunológico ataca as células que produzem a cor da pele, chamadas melanócitos. As manchas aparecem principalmente em áreas expostas ao sol, como o rosto e as mãos, e não causam dor, mas tornam a pele mais sensível à luz solar. Existem dois tipos de vitiligo: o não segmentar, que é o mais comum e se espalha simetricamente, e o segmentar, que aparece de um lado só. O tratamento pode incluir luz especial e medicamentos, e é importante também cuidar da saúde emocional, pois o estresse pode piorar a condição. O diagnóstico é feito observando as manchas, e ferramentas como a luz de Wood ajudam a ver melhor as áreas afetadas. É fundamental aumentar a conscientização sobre o vitiligo para combater preconceitos e promover empatia.
Manchas esbranquiçadas na pele, resultado do vitiligo, afetam entre 0,5% e 2% da população mundial. Essa condição autoimune provoca a despigmentação da pele e é marcada por estigmas sociais e desinformação. No Dia Nacional do Vitiligo, celebrado em 25 de junho, especialistas ressaltam a necessidade de uma abordagem integrada que inclua cuidados médicos e suporte emocional.
A dermatologista Thaísa Modesto, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, explica que o vitiligo ocorre quando o sistema imunológico ataca os melanócitos, células responsáveis pela produção de melanina. As manchas, que surgem em áreas expostas ao sol, como rosto e mãos, não causam dor, mas tornam a pele mais vulnerável à radiação ultravioleta. Além disso, a condição pode afetar pelos e, em casos raros, estruturas oculares.
Existem dois tipos principais de vitiligo: o não segmentar, que é o mais comum e se distribui simetricamente pelo corpo, e o segmentar, que aparece de forma unilateral. O tratamento varia conforme o tipo e a extensão das lesões, podendo incluir fototerapia e medicamentos. A especialista alerta que o estresse emocional pode agravar a condição, tornando o suporte psicológico essencial no tratamento.
O diagnóstico é clínico, baseado na observação das lesões. A luz de Wood e a dermatoscopia são ferramentas úteis para evidenciar a extensão das áreas despigmentadas. O tratamento é individualizado e deve considerar a resposta do paciente e o tempo de evolução da doença. A conscientização sobre o vitiligo é crucial para combater preconceitos e promover empatia.
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