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Saúde destina 30% a mais para o programa do teste do pezinho

Ministério da Saúde aumenta investimento no Programa Nacional de Triagem Neonatal e melhora acesso a diagnósticos para recém-nascidos.

Ministro da Saúde Alexandre Padilha. (Foto: Rafael Nascimento/MS)
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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou um aumento no orçamento do Programa Nacional de Triagem Neonatal, que passará de 100 milhões para 130 milhões de reais por ano. Esse investimento vai ajudar a melhorar o teste do pezinho, que é importante para detectar doenças em recém-nascidos. Parte do dinheiro, 15 milhões de reais, será usada para construir laboratórios regionais, facilitando o acesso ao exame em estados menores. Outro valor igual será destinado a uma parceria com os Correios, que vai acelerar a entrega das amostras coletadas, reduzindo o tempo de espera para os diagnósticos para até cinco dias. Essa mudança deve ajudar a garantir que mais bebês recebam diagnósticos precoces, melhorando a saúde infantil no Brasil.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou nesta quinta-feira, 26, a ampliação do orçamento do Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN). O investimento anual passará de R$ 100 milhões para R$ 130 milhões. A medida visa fortalecer a realização do teste do pezinho, fundamental para a detecção precoce de doenças em recém-nascidos.

Dentre os novos recursos, R$ 15 milhões serão destinados à construção de laboratórios regionais, facilitando a testagem em estados com menor população. Os outros R$ 15 milhões serão utilizados em uma parceria com os Correios, que permitirá a entrega mais rápida das amostras coletadas nas unidades de saúde. Com essa iniciativa, o tempo médio para a entrega dos diagnósticos deve cair para até cinco dias.

Padilha destacou que a criação de centros regionais permitirá que estados com dificuldades logísticas tenham acesso ao exame com mais qualidade e agilidade. O teste do pezinho, que coleta sangue do calcanhar do bebê, é realizado em Unidades Básicas de Saúde, maternidades e comunidades indígenas e quilombolas, permitindo a identificação de doenças antes do surgimento de sintomas.

A ampliação do PNTN é um passo importante para garantir que mais recém-nascidos tenham acesso a diagnósticos precoces, contribuindo para a saúde infantil no Brasil.

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