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Startup que arrecadou R$ 76 milhões reabre vaquinha para ajudar vítimas das cheias no RS

Vakinha reativa campanha SOS Enchente RS para apoiar mais de 6.000 desalojados em meio a novas chuvas intensas no Rio Grande do Sul.

Uma campanha que não queríamos criar (Foto: Reprodução)
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Um ano após as enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul, a Vakinha reabriu a campanha SOS Enchente RS para ajudar as vítimas das novas chuvas, que já deixaram mais de 6.000 pessoas desalojadas. A previsão é de chuvas intensas nos próximos dias. A campanha busca oferecer assistência direta aos afetados e apoio a ONGs que atuam nas áreas atingidas. A Defesa Civil alerta que a situação pode piorar, com chuvas entre 100 e 140 milímetros previstas para regiões como Serra Gaúcha e Porto Alegre. Luiz Felipe Gheller, CEO da Vakinha, disse que a campanha foi reativada por causa da necessidade urgente. No ano passado, a Vakinha arrecadou 76 milhões de reais com mais de 1 milhão de doadores, e os recursos foram usados para cestas básicas e kits de higiene. A plataforma está pronta para repetir esse modelo, priorizando agilidade e transparência. Durante as enchentes de 2024, a Vakinha enfrentou desafios, mas conseguiu manter o atendimento. Além do repasse financeiro, a Vakinha planeja ações de médio prazo, como a reconstrução de moradias e apoio a pequenos negócios, dependendo do total arrecadado.

Um ano após as devastadoras enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul, a plataforma Vakinha reabriu a campanha SOS Enchente RS para arrecadar doações às vítimas das novas chuvas. As recentes precipitações já deixaram mais de 6.000 pessoas desalojadas, e a previsão é de chuvas intensas nos próximos dias.

A nova iniciativa busca oferecer assistência direta aos afetados e apoio logístico a ONGs e coletivos que atuam nas áreas atingidas. A Defesa Civil alerta que a situação pode se agravar, com chuvas entre 100 e 140 milímetros previstas para regiões como Serra Gaúcha e Porto Alegre, onde o nível do Guaíba pode ultrapassar a cota de inundação.

Luiz Felipe Gheller, CEO da Vakinha, destacou que a campanha foi reativada devido à necessidade emergente. Infelizmente, estamos aqui de novo buscando contribuir com nossa comunidade, afirmou. A Vakinha já havia arrecadado 76 milhões de reais no ano passado, com a participação de mais de 1 milhão de doadores. Os recursos foram utilizados para cestas básicas, kits de higiene e atendimento veterinário.

A plataforma está preparada para repetir o modelo de sucesso, priorizando agilidade e transparência na liberação dos recursos. Gheller ressaltou que a reativação de campanhas emergenciais depende da dimensão da tragédia e da cobertura midiática. Fundada em 2009, a Vakinha permite que qualquer pessoa crie campanhas online para arrecadar fundos.

Durante as enchentes de 2024, a empresa enfrentou desafios operacionais, com sua sede alagada. Mesmo assim, a equipe conseguiu manter o atendimento às campanhas. A Vakinha articula a destinação dos recursos em conjunto com entidades civis e voluntários, focando nas necessidades que o poder público não consegue atender rapidamente.

Além do repasse financeiro, a Vakinha também planeja ações de médio prazo, como a reconstrução de moradias e apoio a pequenos negócios. A expectativa é que a nova campanha siga o mesmo modelo, dependendo do total arrecadado.

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