A população de jumentos no Brasil caiu de 1,3 milhão em 1996 para cerca de 78 mil em 2025, segundo dados da FAO e do IBGE. Na Bahia, entre 2017 e julho de 2023, cerca de 237 mil jumentos foram abatidos, e a carne deles é enviada para a China para fazer ejiao, um produto feito com colágeno da pele dos animais. Essa situação gerou críticas de grupos de proteção animal, que alertam sobre o risco de extinção da espécie. A ONG The Donkey Sanctuary afirma que essa prática é insustentável e que o abate em massa, junto com a queda da população, é preocupante. Com a demanda crescente por ejiao, o futuro dos jumentos no Brasil está incerto, e especialistas pedem ações urgentes para proteger esses animais.
Entre 1996 e 2025, a população de jumentos no Brasil sofreu uma queda alarmante, passando de 1,3 milhão para cerca de 78 mil. Os dados são de organizações como a FAO e o IBGE, e refletem uma tendência preocupante para a espécie.
Na Bahia, entre 2017 e julho de 2023, aproximadamente 237 mil jumentos foram abatidos. A carne desses animais é enviada para a China, onde é utilizada na produção de ejiao, um produto feito a partir do colágeno da pele dos jumentos. Essa prática tem gerado críticas de organizações de proteção animal, que alertam para o risco de extinção da espécie.
A ONG The Donkey Sanctuary destaca que a situação atual é insustentável e classifica a produção como extrativista. O abate em larga escala, aliado à diminuição da população, levanta preocupações sobre a preservação dos jumentos no Brasil.
Com a crescente demanda por ejiao, o futuro dos jumentos no país se torna incerto. Especialistas pedem ações imediatas para proteger esses animais e garantir sua sobrevivência.
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