Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Universidade mineira defende ensino de religião desde a infância em nova pesquisa

Estudo revela que religiosidade aumenta em 80% a sensação de felicidade entre crianças e adolescentes, destacando sua importância na saúde mental.

Público acompanha a Marcha para Jesus na avenida Santos Dumont, em São Paulo; pesquisa conclui que crianças e adolescentes religiosos se sentem mais felizes do que os não religiosos (Foto: Eduardo Knapp - 19.jul.25/Folhapress)
0:00
Carregando...
0:00

Um estudo do Nupes, da Universidade Federal de Juiz de Fora, revelou que crianças e adolescentes que são religiosos têm 80% mais chances de se sentirem felizes. A pesquisa, liderada pela psicóloga Vivian Hagen, analisou 277 alunos e mostrou que a religiosidade é importante na infância. A maioria dos participantes se declarou católica, seguida por evangélicos e espíritas, e apenas uma pequena parte não tinha religião. Os resultados indicaram que 68% acreditam em um Deus que cuida deles e 88,7% acham a religião importante. Além disso, 77% dos que frequentam serviços religiosos se sentem mais felizes. Hagen destacou que a religiosidade deve ser considerada em contextos de saúde mental, como clínicas e escolas, e que é importante tratar o tema com respeito, focando nas crenças dos pacientes. A pesquisa sugere que a espiritualidade pode ajudar no bem-estar emocional de jovens.

Um estudo recente do Nupes (Núcleo de Pesquisas em Espiritualidade e Saúde) da Universidade Federal de Juiz de Fora revelou que crianças e adolescentes religiosos têm 80% mais chances de se considerarem felizes. A pesquisa, liderada pela psicóloga Vivian Hagen, analisou 277 alunos e destacou a relevância da religiosidade na infância.

A investigação buscou responder questões sobre o impacto da religiosidade na felicidade dos jovens brasileiros. Os dados foram coletados por meio de questionários que avaliaram práticas religiosas e níveis de felicidade. A maioria dos participantes se declarou católica (56,8%), seguida por evangélicos (25,85%) e espíritas (11,6%). Apenas 3,6% dos alunos afirmaram não ter religião.

Os resultados mostraram que 68% dos alunos acreditam em um Deus que cuida deles, e 88,7% consideram a religião importante. A frequência em serviços religiosos também se correlacionou com a felicidade: 77% dos participantes que frequentam esses eventos têm 70% mais chances de se sentirem felizes. A pesquisa foi publicada no International Journal of Latin American Religion e revisada por pares.

Vivian Hagen enfatiza que a religiosidade deve ser considerada em contextos de saúde mental, como clínicas e escolas. Ela argumenta que é essencial tratar o tema com ética e respeito, centrando a escuta nas crenças e valores dos pacientes. A pesquisa sugere que a espiritualidade pode ser um recurso valioso para o bem-estar emocional de crianças e adolescentes.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais