A febre amarela está aumentando no Brasil, com 110 casos e 44 mortes registradas até maio de 2025, um aumento em relação aos oito casos e quatro mortes de 2024. A vacinação, que é importante para prevenir a doença, está abaixo do ideal, com apenas 73% de cobertura em 2024. Em São Paulo, foram 55 casos e 31 mortes, incluindo a morte de um homem de 41 anos em Jundiaí, que não estava vacinado. Embora não haja transmissão urbana confirmada, a presença do mosquito Aedes aegypti e as condições climáticas podem facilitar a propagação do vírus. A febre amarela não tem tratamento específico, mas a vacina é eficaz e recomendada para pessoas até 59 anos. A cobertura vacinal para crianças menores de um ano está abaixo de 80% em quase todos os estados. Além disso, estudos mostram que muitos mosquitos silvestres estão infectados, o que é um sinal de alerta. A Organização Mundial da Saúde e a Organização Pan-Americana de Saúde pedem campanhas de vacinação e controle do mosquito, já que a febre amarela pode ser fatal.
A febre amarela, doença endêmica em várias regiões da América, apresenta um aumento alarmante de casos no Brasil. Até maio de 2025, foram registrados 110 casos e 44 mortes, um crescimento significativo em relação aos oito casos e quatro mortes em 2024. A vacinação, crucial para prevenir surtos, permanece abaixo das metas estabelecidas.
As autoridades de saúde estão preocupadas com a baixa cobertura vacinal, que ficou em 73% em 2024 e 70% em 2023. A Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) alerta para o risco elevado de surtos urbanos, especialmente em áreas onde a febre amarela não é endêmica. O aumento da circulação do vírus em macacos silvestres e as condições climáticas favoráveis à proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença, intensificam essa preocupação.
Situação Atual
Em 2025, o Estado de São Paulo registrou 55 casos, com 31 mortes. O município de Jundiaí confirmou a morte de um homem de 41 anos, não vacinado. Embora os casos atuais não indiquem transmissão urbana, a presença do mosquito em áreas urbanas e as condições climáticas podem facilitar a disseminação do vírus.
A febre amarela é uma doença febril aguda, sem tratamento específico, mas com vacina eficaz de dose única. Desde 2020, a vacinação universal é recomendada para brasileiros até 59 anos. No entanto, a cobertura vacinal para crianças menores de um ano está abaixo de 80% em quase todos os estados, conforme dados do Anuário VacinaBR.
Riscos e Medidas
Estudos indicam que cinco em cada mil mosquitos silvestres na Reserva Florestal Adolpho Ducke, em Manaus, estão infectados com o vírus. A febre amarela silvestre afeta macacos antes de atingir humanos, servindo como um alerta epidemiológico. Para evitar que a doença chegue às cidades, a vacinação é essencial. A escassez de vacinas, que são produzidas em granjas certificadas, também é uma preocupação.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Opas destacam a necessidade urgente de campanhas de vacinação e controle do mosquito. A febre amarela é uma doença que pode ser fatal, e a prevenção deve ser uma prioridade.
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