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Comitê de Acompanhamento do Agora Tem Especialistas dá início às suas atividades

Comitê de Acompanhamento do Programa Agora Tem Especialistas se reúne para discutir melhorias e reduzir filas em atendimentos de saúde.

Foto: João Risi/MS
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  • O Programa Agora Tem Especialistas foi criado para aumentar o acesso a médicos especialistas no Sistema Único de Saúde (SUS) e reduzir o tempo de espera por atendimentos.
  • A primeira reunião do Comitê de Acompanhamento ocorreu no dia dois de julho, no Ministério da Saúde, em Brasília.
  • O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que o objetivo do comitê é diminuir as filas para atendimentos especializados em todo o país.
  • Entre os avanços discutidos estão a ampliação dos turnos de atendimento e o lançamento do Super Centro para Diagnóstico do Câncer.
  • O comitê é formado por representantes do Ministério da Saúde, conselhos de saúde e hospitais, promovendo um diálogo para enfrentar os desafios do SUS.

Governança compartilhada e diálogo entre as esferas de governo são fundamentais para o sucesso do Programa Agora Tem Especialistas, que visa ampliar o acesso a médicos especialistas no Sistema Único de Saúde (SUS). A primeira reunião do Comitê de Acompanhamento ocorreu nesta terça-feira (2), no Ministério da Saúde, em Brasília (DF). O grupo foi instituído pela Portaria GM/MS nº 7.046 e busca aprimorar o programa, reduzindo o tempo de espera por procedimentos de saúde.

Durante a reunião, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que o comitê tem como objetivo cumprir a meta de diminuir as filas para atendimentos especializados em todo o país. O secretário de Atenção Especializada à Saúde, Mozart Sales, apresentou um panorama do programa após um mês de lançamento, revelando avanços significativos.

Avanços do Programa

Entre os principais pontos discutidos, estão a ampliação dos turnos de atendimento na rede pública e em hospitais privados credenciados. Também foi anunciado o lançamento do Super Centro para Diagnóstico do Câncer, que visa agilizar o rastreio e o diagnóstico oncológico. O edital Mais Médicos Especialistas foi mencionado como uma iniciativa para aumentar a formação e a oferta de médicos especialistas.

O novo modelo de parceria com hospitais privados e filantrópicos foi outro destaque. Agora, essas instituições podem oferecer serviços ao SUS em troca de compensação financeira. O presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), Arthur Chioro, ressaltou a importância do comitê, afirmando que essa é a política pública mais complexa já enfrentada pelo Ministério da Saúde.

Composição do Comitê

O comitê é composto por representantes do Ministério da Saúde, do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), da Ebserh, do Conselho Nacional de Saúde (CNS) e da Agência Brasileira de Apoio à Gestão do Sistema Único de Saúde (AgSUS). Além disso, inclui hospitais de excelência que participam do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS) e a Associação Médica Brasileira (AMB).

A criação desse espaço de diálogo institucional demonstra o compromisso do governo com a saúde da população brasileira, buscando soluções eficazes para os desafios enfrentados pelo SUS.

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