- Denúncias sobre a qualidade da merenda escolar no Distrito Federal foram reforçadas após a descoberta de contaminantes em carne bovina.
- Foram encontrados pedaços de plástico, couro e rótulos em 154 quilos de carne distribuída nas escolas.
- O Tribunal de Contas do Estado solicitou explicações à Secretaria de Educação sobre as irregularidades.
- A empresa fornecedora, Frioli Frigorífico Oliveira, foi notificada, mas nega qualquer irregularidade.
- A Secretaria de Educação instaurou um procedimento para investigar as responsabilidades e substituir o lote problemático.
Escolas públicas do Distrito Federal enfrentam denúncias graves sobre a qualidade da merenda escolar. Recentemente, foram encontrados pedaços de plástico, couro e rótulos em 154 kg de carne bovina distribuída aos alunos. O Tribunal de Contas do Estado exigiu explicações da Secretaria de Educação sobre as irregularidades.
O Conselho de Alimentação Escolar do DF relatou que a carne moída servida nas escolas apresentava materiais estranhos e excesso de gordura. Em uma unidade de Santa Maria, o lote problemático foi recolhido após a identificação dos contaminantes. A empresa fornecedora, Frioli Frigorífico Oliveira, foi notificada, mas nega qualquer irregularidade.
A Secretaria de Educação informou que a única inconsistência encontrada foi um percentual de gordura 1,7% acima do permitido. A Vigilância Sanitária analisou o alimento e garantiu que não houve problemas sanitários ou nutricionais. Mesmo assim, o lote foi substituído por outro, que passou por análise laboratorial antes da distribuição.
A pasta também instaurou um procedimento para investigar as responsabilidades pelo material estranho encontrado. Caso se comprove o descumprimento das normas estabelecidas, a empresa poderá ser penalizada. A Secretaria reafirmou seu compromisso com a execução ética e responsável do Programa Nacional de Alimentação Escolar no DF.
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