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‘Hospital das despedidas’ do SUS registra 700 atendimentos em seis meses

Hospital Mont Serrat, em Salvador, atende mais de 700 pacientes em seis meses e se destaca na oferta de cuidados paliativos no SUS.

Hospital Mont Serrat - Cuidados Paliativos (Foto: Leonardo Rattes/Saúde GovBA)
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  • O Hospital Mont Serrat, primeiro do Sistema Único de Saúde (SUS) dedicado a cuidados paliativos no Brasil, completou seis meses de operação em Salvador no dia 1º de agosto.
  • Desde a inauguração, a unidade atendeu mais de 700 pacientes e possui 57 dos 70 leitos ocupados.
  • A equipe é composta por 344 colaboradores e 86 médicos, com capacidade para atender mais de 2 mil pacientes por mês.
  • Os atendimentos são realizados para residentes de Salvador e da Região Metropolitana, com foco na melhoria da qualidade de vida e alívio de sintomas.
  • O hospital, que ocupa um casarão do século 19, foi reformado após ocupação por movimentos sociais e se destaca na saúde pública.

O Hospital Mont Serrat, o primeiro do Sistema Único de Saúde (SUS) dedicado a cuidados paliativos no Brasil, completou seis meses de operação em Salvador, no dia 1º de agosto. Desde sua inauguração, a unidade já atendeu mais de 700 pacientes, consolidando-se como um importante suporte para aqueles que enfrentam doenças graves.

Localizado em um casarão do século 19, o hospital, conhecido como “hospital das despedidas”, oferece 70 leitos clínicos, sendo 63 para adultos e 7 pediátricos. Atualmente, 57 desses leitos estão ocupados. A estrutura foi criada a partir de uma parceria entre os governos da Bahia e Federal, integrando a Política Nacional de Cuidados Paliativos, implementada pelo Ministério da Saúde.

Estrutura e Atendimento

Com uma equipe de 344 colaboradores e 86 médicos, o Hospital Mont Serrat tem capacidade para atender mais de 2 mil pacientes por mês. Os atendimentos são realizados para pessoas que residem em Salvador e na Região Metropolitana, encaminhadas por meio da Central Estadual de Regulação. Os pacientes buscam melhorar a qualidade de vida e aliviar sintomas de doenças sem cura.

Os pacientes costumam permanecer na unidade por cerca de 10 dias, podendo contar com a presença de familiares durante o tratamento. A infraestrutura do hospital foi projetada para proporcionar um ambiente acolhedor e humanizado, essencial para o cuidado paliativo.

Histórico e Reintegração

Antes de se tornar o Hospital Mont Serrat, o local abrigava o Hospital Couto Maia, especializado em doenças infectocontagiosas. Em 2019, o imóvel foi ocupado por famílias e movimentos sociais, mas foi reintegrado e reformado para atender à demanda por cuidados paliativos. Desde sua abertura, a unidade tem se destacado no cenário da saúde pública, oferecendo um serviço essencial para a população.

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