- Victor Petrick destruiu a recepção do Hospital Guararapes, em Jaboatão dos Guararapes, após a morte de sua filha durante a indução do parto.
- O incidente ocorreu em 2 de outubro e foi filmado por Victor, que o divulgou nas redes sociais como protesto contra a suposta negligência médica.
- A gestante, Isabelle Raissa Silva, recebeu misoprostol, mas apresentou complicações e foi transferida para o Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (Imip), onde a bebê nasceu sem vida.
- O hospital informou que Victor quebrou equipamentos e feriu funcionários; a Polícia Militar foi chamada, mas ele já havia deixado o local.
- A prefeitura de Jaboatão dos Guararapes lamentou a perda e está prestando apoio à família, que busca respostas sobre o ocorrido.
Um pai, identificado como Victor Petrick, destruiu a recepção do Hospital Guararapes, em Jaboatão dos Guararapes, após a morte de sua filha durante a indução do parto. O incidente ocorreu na quarta-feira, 2 de outubro, e foi filmado por ele, que o divulgou nas redes sociais como um protesto contra a suposta negligência médica.
A gestante, Isabelle Raissa Silva, recebeu doses de misoprostol para induzir o parto, mas apresentou complicações. Após a transferência para o Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (Imip), a bebê nasceu sem vida. A família alega que Isabelle estava bem antes de ser internada e que a situação se agravou rapidamente após a administração do medicamento.
Ação de Protesto
Nas imagens compartilhadas, Victor aparece usando um capacete e quebrando portas e equipamentos da recepção do hospital. A unidade de saúde informou que o homem destruiu diversos itens, incluindo computadores e mesas, e que alguns funcionários ficaram feridos pelos estilhaços. A Polícia Militar foi chamada, mas Victor já havia deixado o local quando a equipe chegou.
O Hospital Guararapes lamentou a perda da criança e repudiou a violência, afirmando que a depredação será investigada. A prefeitura de Jaboatão dos Guararapes declarou que está prestando apoio à família, conforme os protocolos estabelecidos.
Detalhes da Indução
Cristina da Silva, sogra de Victor, relatou que Isabelle deu entrada no hospital no domingo, 29 de setembro, com quase 9 meses de gestação. A família acreditava que ela poderia passar pelo procedimento de indução. Segundo Cristina, a médica que inicialmente atendeu Isabelle era atenciosa, mas o plantão mudou e uma nova enfermeira administrou os medicamentos de forma inadequada.
Cristina descreveu que, após a administração do misoprostol, Isabelle começou a sentir dores intensas. A situação se agravou rapidamente, levando à perda dos batimentos cardíacos da criança. Após complicações, Isabelle foi transferida para o Imip, onde a bebê nasceu sem vida. A família agora busca respostas e justiça para o que consideram um caso de negligência médica.
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