Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Novas unidades de conservação na Barra e Jacarepaguá são aprovadas e avançam

Projetos de conservação avançam na Zona Oeste do Rio, buscando proteger ecossistemas e promover turismo sustentável.

A Ilha de Palmas, a um quilômetro da Praia de Grumari pode integrar uma unidade de conservação — Foto: Divulgação/Ilhas do Rio
0:00
Carregando...
0:00
  • A Zona Oeste do Rio de Janeiro enfrenta pressão imobiliária e ocupação irregular, gerando preocupações sobre a preservação ambiental.
  • Projetos recentes buscam proteger áreas naturais, como o monitoramento das ilhas de Peças e Palmas, vinculado ao Instituto Mar a Dentro.
  • Um grupo de trabalho está finalizando um relatório sobre a criação de uma área de proteção marinha, que será entregue a entidades ambientais.
  • O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) estuda a criação do Parque Estadual Marinho das Praias Selvagens, alinhado com metas globais de biodiversidade.
  • A Secretaria Municipal de Ambiente e Clima (Smac) desenvolve um estudo para criar um corredor azul que conectará o Parque Nacional da Tijuca às lagoas de Jacarepaguá.

Na Zona Oeste do Rio de Janeiro, a pressão imobiliária e a ocupação irregular estão gerando preocupações sobre a preservação ambiental. Moradores e especialistas se mobilizam para proteger áreas naturais ameaçadas, especialmente em regiões como Barra, Recreio e Jacarepaguá.

Recentemente, o projeto Ilhas do Rio avançou, focando no monitoramento das ilhas de Peças e Palmas. A iniciativa, vinculada ao Instituto Mar a Dentro, visa criar uma área de proteção marinha. Um grupo de trabalho, com cerca de 40 integrantes, está finalizando um relatório que será entregue a entidades ambientais até o fim do mês.

O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) também estuda a criação do Parque Estadual Marinho das Praias Selvagens, que pode incluir as ilhas monitoradas. Essa proposta foi anunciada na COP-16, na Colômbia, e está alinhada com o Marco Global de Biodiversidade de Kunming-Montreal, que estabelece a meta de 30% de mar protegido até 2030.

Monitoramento e Biodiversidade

O monitoramento das ilhas revelou espécies endêmicas e ameaçadas de extinção, além de problemas como a pesca fantasma e o lixo deixado por embarcações. Mariana Clauzet, coordenadora do projeto, destaca a importância de conservar a biodiversidade e promover o turismo sustentável na região.

Além disso, a Secretaria Municipal de Ambiente e Clima (Smac) está desenvolvendo um estudo para criar um corredor azul, que ligaria o Parque Nacional da Tijuca às lagoas de Jacarepaguá. A proposta visa integrar diferentes ecossistemas e promover o desenvolvimento sustentável.

Projetos em Andamento

A criação do Parque Municipal Perilagunar da Lagoa do Camorim é outra conquista recente. O biólogo Mario Moscatelli planeja um modelo de ocupação que inclui áreas de palafitas e passeios de barco, visando controlar a quantidade de visitantes. O projeto também prevê a educação ambiental para alunos da rede municipal.

Com a crescente preocupação ambiental e a realização da COP-30 no Brasil, a secretária Tainá de Paula observa uma mudança na percepção dos moradores sobre a conservação. O foco agora é utilizar os recursos naturais de forma sustentável, promovendo atividades como stand up paddle e canoagem nas lagoas, enquanto se busca resolver problemas como o lançamento de esgoto in natura.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais