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Anvisa alerta sobre riscos de alisantes capilares irregulares e seus perigos

Anvisa alerta sobre alisantes capilares irregulares e reforça a importância de verificar a regulamentação dos produtos para evitar riscos à saúde.

Alisantes capilares irregulares prejudicam a saúde (Foto: Freepik)
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  • A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu um alerta sobre os riscos dos alisantes capilares que contêm substâncias proibidas, como formol e ácido glioxílico.
  • Esses produtos irregulares podem causar sérios problemas de saúde e danos irreversíveis aos cabelos.
  • A Anvisa recomenda que os consumidores verifiquem se os produtos são regularizados e evitem aqueles sem rótulo ou com promessas enganosas.
  • O formol é permitido em cosméticos no Brasil apenas como conservante, em concentrações de até 0,2%.
  • A agência continua a monitorar o mercado e orienta a população sobre a importância de escolher produtos seguros e regulamentados.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu um novo alerta sobre os riscos associados ao uso de alisantes capilares que contêm substâncias proibidas, como formol e ácido glioxílico. O comunicado destaca que esses produtos irregulares podem provocar sérios problemas de saúde e danos irreversíveis aos cabelos.

A Anvisa já havia alertado anteriormente sobre os perigos desses alisantes. Agora, a agência reforça a necessidade de cautela ao escolher produtos para alisar ou relaxar os fios. “Verifiquem se o produto é regularizado junto à Anvisa; evitem produtos sem rótulo ou com promessas enganosas”, orienta a agência. Além disso, recomenda que os consumidores sigam corretamente as instruções de uso e fiquem atentos a sinais como coceira, ardência ou dificuldades respiratórias.

Os alisantes capilares são amplamente utilizados em procedimentos como escovas progressivas e relaxamentos. A Anvisa informa que o formol é permitido em cosméticos no Brasil apenas como conservante, em concentrações de até 0,2%, e como endurecedor de unhas, em concentrações de até 5%. O uso inadequado desses produtos pode resultar em consequências graves para a saúde dos usuários.

A agência continua a monitorar o mercado e a orientar a população sobre a importância de escolher produtos seguros e regulamentados. O alerta é um lembrete da responsabilidade dos consumidores em garantir a segurança ao utilizar cosméticos.

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