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Câncer de pâncreas é considerado um dos tipos mais temidos por especialistas

Chef Edu Guedes enfrenta câncer de pâncreas após cirurgia para remoção de tumor, destacando a gravidade da doença e desafios no tratamento.

Chef e apresentador Edu Guedes. (Foto: Reprodução / Instagram)
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  • O chef e apresentador Edu Guedes, de 50 anos, passou por cirurgia no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, para remover um tumor no pâncreas.
  • O diagnóstico foi feito após complicações de uma infecção renal, evidenciando a gravidade do câncer de pâncreas.
  • O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima cerca de 10.980 novos casos de câncer de pâncreas por ano no Brasil, com uma taxa de mortalidade alta.
  • Apenas 13,3% dos pacientes sobrevivem cinco anos após o diagnóstico, e a maioria é diagnosticada em estágios avançados.
  • O tratamento pode incluir cirurgia e quimioterapia, mas apenas 10% dos casos são detectados em um estágio em que a cirurgia é viável.

No último sábado, o chef e apresentador Edu Guedes, de 50 anos, passou por uma cirurgia no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, para a remoção de um tumor no pâncreas. O diagnóstico ocorreu após complicações de uma infecção renal, ressaltando a gravidade do câncer de pâncreas, uma neoplasia rara e letal.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), são esperados cerca de 10.980 novos casos de câncer de pâncreas anualmente no Brasil, o que representa 5,07 casos a cada 100 mil habitantes. Embora seja o 14º tipo de câncer mais comum, ele é responsável por aproximadamente 5% das mortes relacionadas a câncer no país. A detecção tardia é comum, pois a doença apresenta poucos sintomas iniciais.

O câncer de pâncreas é conhecido por sua agressividade e baixa taxa de sobrevida. Apenas 13,3% dos pacientes sobrevivem cinco anos após o diagnóstico, em contraste com taxas de sobrevida de 91,6% para câncer de mama e 97,9% para câncer de próstata. Fatores de risco incluem idade avançada, obesidade, diabetes tipo 2, tabagismo e consumo excessivo de álcool.

Desafios do Tratamento

O oncologista Ramon Andrade de Mello explica que os sintomas comuns incluem dor abdominal, perda de peso não intencional, icterícia e vômitos. O tratamento pode envolver cirurgia, quimioterapia ou uma combinação de ambos, dependendo do estágio da doença. Quando detectado em fase metastática, a expectativa de vida média é de 6 a 11 meses.

Infelizmente, apenas 10% dos pacientes são diagnosticados em um estágio em que a cirurgia é viável. A localização do pâncreas, cercada por vasos sanguíneos, torna a cirurgia ainda mais desafiadora. O especialista Conan Kinsey ressalta que cerca de 85% dos casos já apresentam metástase no momento do diagnóstico, complicando ainda mais o tratamento.

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