- A atriz Fernanda Rodrigues anunciou um novo diagnóstico de carcinoma basocelular em suas redes sociais no domingo, dia 18.
- Ela já havia enfrentado a doença anteriormente e agora precisará de uma nova cirurgia para remoção da lesão.
- Fernanda destacou a importância do diagnóstico precoce e da proteção solar, mencionando que notou o retorno da mancha e procurou sua dermatologista.
- O carcinoma basocelular representa cerca de 80% dos casos de câncer de pele não melanoma no Brasil e é considerado menos agressivo.
- Especialistas alertam que a exposição solar sem proteção é o principal fator de risco e recomendam o uso diário de protetor solar e consultas regulares ao dermatologista.
Fernanda Rodrigues anunciou em suas redes sociais, no domingo (18), um novo diagnóstico de carcinoma basocelular, um tipo comum de câncer de pele. A atriz, que já havia enfrentado a doença anteriormente, precisará passar por uma nova cirurgia para remoção da lesão. Em sua mensagem, ela enfatizou a importância do diagnóstico precoce e da proteção solar, afirmando que notou o retorno da mancha e procurou sua dermatologista.
O carcinoma basocelular representa cerca de 80% dos casos de câncer de pele não melanoma no Brasil e é considerado menos agressivo que outros tipos, como o melanoma. Segundo o oncologista Ramon Andrade de Mello, esse câncer cresce lentamente e raramente causa metástases, mas o tratamento precoce é fundamental para evitar complicações. As áreas mais afetadas costumam ser aquelas expostas ao sol, como rosto e pescoço.
Fatores de Risco e Prevenção
A exposição solar sem proteção é o principal fator de risco para o desenvolvimento do carcinoma basocelular. Pessoas com pele clara, histórico de queimaduras solares e uso de câmaras de bronzeamento estão em maior risco. A dermatologista Claudia Marçal recomenda o uso diário de protetor solar com FPS 30, mesmo em dias nublados, e consultas regulares ao dermatologista.
A detecção precoce é crucial na luta contra o câncer de pele. O autoexame regular pode ajudar a identificar alterações suspeitas, como lesões avermelhadas ou feridas que não cicatrizam. O diagnóstico definitivo é feito por meio de biópsia, e a cirurgia é o tratamento mais comum, com taxas de cura superiores a 90%. Em casos mais graves, alternativas como imunoterapia podem ser consideradas.
Entre na conversa da comunidade