- A rede de lojas de conveniência Ministop suspendeu a venda de onigiri e outros itens em aproximadamente 1.600 lojas no Japão.
- A decisão ocorreu após a descoberta de falsificação nas datas de validade em 23 estabelecimentos, incluindo cidades como Tóquio, Quioto e Osaka.
- Funcionários estavam prolongando as datas de validade, não colando rótulos nos produtos até uma ou duas horas após a preparação, e reetiquetando itens já à venda.
- A suspensão começou em 9 de agosto e foi ampliada para outros produtos na segunda-feira, em resposta a uma investigação de emergência.
- A empresa pediu desculpas pela inconveniência, mas não há relatos de problemas de saúde entre os consumidores.
A rede de lojas de conveniência Ministop, no Japão, suspendeu a venda de onigiri e outros itens de delicatessen em aproximadamente 1.600 lojas após a descoberta de falsificação nas datas de validade. A irregularidade foi identificada em 23 estabelecimentos em várias cidades, incluindo Tóquio, Quioto e Osaka.
A investigação revelou que alguns funcionários estavam prolongando as datas de validade ao não colar os rótulos nos produtos até uma ou duas horas após a preparação. Outros relataram que itens já à venda foram reetiquetados com datas falsas. Desde 9 de agosto, a venda de onigiri foi interrompida, e a pausa foi estendida para outros produtos na segunda-feira, como parte de uma investigação de emergência.
Em um comunicado, a empresa pediu desculpas pela inconveniência significativa causada aos clientes que costumam consumir os onigiris e bentos feitos à mão. Até o momento, não houve relatos de problemas de saúde entre os consumidores. A Ministop, que opera mais de 1.800 lojas no Japão, é conhecida por seu foco em alimentos frescos, com refeições quentes preparadas no local, o que a diferencia de outras grandes cadeias de conveniência.
Os onigiris, populares entre os clientes que buscam refeições práticas, são facilmente transportáveis, envoltos em nori e recheados com proteínas como salada de atum ou ovas de bacalhau. A situação atual levanta preocupações sobre a segurança alimentar e a confiança dos consumidores na rede.
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