- Fernando Zor, cantor da dupla Fernando e Sorocaba, foi hospitalizado por seis dias.
- A internação ocorreu após o uso abusivo de zolpidem, um medicamento para dormir, combinado com álcool.
- Ele sofreu uma crise de ansiedade durante um voo, o que resultou na interrupção da viagem nos Estados Unidos.
- O neurologista Fernando Stelzer alertou sobre os riscos dessa combinação, que pode causar confusão mental e dificuldade de concentração.
- O cantor enfatizou a importância da supervisão médica no uso do zolpidem, que deve ser utilizado apenas a curto prazo e sob orientação.
Recentemente, o cantor sertanejo Fernando Zor, da dupla Fernando e Sorocaba, compartilhou uma experiência preocupante com seus fãs. Em uma transmissão ao vivo no Instagram, ele revelou que ficou hospitalizado por seis dias devido ao uso abusivo de zolpidem, um medicamento para dormir, combinado com álcool. A situação culminou em uma crise de ansiedade durante um voo, o que o levou a interromper a viagem nos Estados Unidos.
Fernando relatou que a mistura de zolpidem e álcool resultou em uma “combinação caótica”. Ele descreveu a crise como intensa, afirmando que não conseguiu embarcar no segundo voo. O cantor alertou seus seguidores sobre os perigos dessa combinação, enfatizando a importância de supervisão médica no uso do medicamento. O neurologista Fernando Stelzer, especialista em sono, explicou que a interação entre o zolpidem e o álcool pode potencializar efeitos adversos, como confusão mental e dificuldade de concentração.
O zolpidem é um remédio de uso controlado, indicado para tratamento de insônia a curto prazo. No entanto, seu uso sem orientação médica tem se tornado comum, especialmente após a pandemia. A bula do medicamento recomenda que o tratamento não ultrapasse quatro semanas, e o prolongamento deve ser feito apenas sob supervisão médica. O uso inadequado pode levar a dependência e a efeitos colaterais graves.
Fernando Zor foi internado no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, para um processo de desintoxicação. O neurologista Stelzer aconselha que, antes de iniciar qualquer tratamento para insônia, os pacientes considerem alternativas como a Terapia Cognitivo Comportamental (TCC), que aborda a raiz do problema, em vez de apenas tratar os sintomas.
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