- Um homem em South Lake Tahoe, Califórnia, foi diagnosticado com peste negra, infecção causada pela bactéria Yersinia pestis.
- O caso foi confirmado pelo Departamento de Saúde Pública do estado e o paciente está em recuperação em casa.
- Ele foi picado por uma pulga infectada durante um acampamento na região.
- As autoridades de saúde estão investigando o caso e alertam sobre a presença natural da peste em áreas com roedores silvestres.
- A doença, embora rara atualmente, pode ser tratada com antibióticos se diagnosticada precocemente.
Um homem de South Lake Tahoe, na Califórnia, foi diagnosticado com peste negra, uma infecção causada pela bactéria *Yersinia pestis*. O Departamento de Saúde Pública do estado confirmou o caso nesta quinta-feira. O paciente está em recuperação em casa após ser picado por uma pulga infectada durante um acampamento na região.
As autoridades de saúde estão investigando o ocorrido. Kyle Fliflet, diretor interino de Saúde Pública do condado de El Dorado, destacou que a peste é naturalmente presente em várias áreas da Califórnia, especialmente em locais com roedores silvestres. Ele alertou sobre a importância de tomar precauções ao realizar atividades ao ar livre, como caminhadas e acampamentos.
Historicamente, a peste bubônica, conhecida como peste negra, foi responsável por milhões de mortes no século XIV. Embora atualmente os casos sejam raros e menos letais, a doença ainda pode ser tratada com antibióticos se diagnosticada precocemente. Nos Estados Unidos, a peste foi introduzida em 1900, e desde então, o país registra uma média de menos de 10 casos por ano.
No condado de El Dorado, o último caso humano antes do atual foi em 2020. Além disso, em 2015, duas pessoas foram diagnosticadas após exposição a roedores infectados no Parque Nacional de Yosemite. Desde 2000, os casos têm sido esporádicos, e o último registro de peste bubônica no Brasil ocorreu em 2005, no Ceará.
As autoridades recomendam evitar o contato com roedores silvestres e manter os animais de estimação afastados de tocas. Os sintomas da doença podem aparecer até duas semanas após a exposição e incluem febre, fraqueza e ínguas.
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