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Homem falece devido a infecção rara por ameba no cérebro

Casos de infecção pela ameba Naegleria fowleri aumentam a preocupação com atividades aquáticas em lagos durante o verão

Ameba Naegleria fowleri, conhecida como 'comedora de cérebros' (Foto: Reprodução Centros de Controle e Prevenção de Doenças - CDC)
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  • Um homem de Missouri faleceu após contrair uma infecção cerebral rara causada pela ameba Naegleria fowleri.
  • A infecção pode ter ocorrido durante um passeio de esqui aquático no Lago de Ozarks.
  • Este caso se junta a outro óbito na Carolina do Sul, onde a infecção foi possivelmente contraída no Lago Murray.
  • A Naegleria fowleri é uma ameba comum em águas quentes e pode causar meningoencefalite amebiana primária, uma infecção com alta taxa de mortalidade.
  • As autoridades de saúde alertam para os riscos de atividades aquáticas em águas quentes e recomendam cuidados para evitar a entrada de água nas fossas nasais.

Um homem de Missouri faleceu após contrair uma infecção cerebral rara provocada pela ameba Naegleria fowleri. O incidente ocorreu durante um passeio de esqui aquático no Lago de Ozarks, conforme informações do Departamento de Saúde e Serviços para Idosos do Missouri (DHSS). Este caso se soma a outro óbito registrado na Carolina do Sul, onde um paciente também morreu em decorrência da mesma infecção.

A Naegleria fowleri é uma ameba de vida livre, comum em ambientes aquáticos quentes. Ela se torna perigosa quando entra em contato com humanos, penetrando pelas fossas nasais e alcançando o cérebro, onde causa a meningoencefalite amebiana primária (MAP). Essa infecção é extremamente rara, mas tem uma taxa de mortalidade elevada.

No caso da Carolina do Sul, as autoridades acreditam que a infecção foi contraída no Lago Murray, um popular destino turístico. Ambas as ocorrências ressaltam a necessidade de conscientização sobre os riscos associados a atividades aquáticas em águas quentes, especialmente durante os meses de verão.

Os sintomas da infecção podem incluir febre, dor de cabeça e rigidez no pescoço, evoluindo rapidamente para complicações graves. A prevenção é fundamental, e recomenda-se evitar a entrada de água nas fossas nasais durante atividades aquáticas. As autoridades de saúde continuam monitorando a situação e orientando a população sobre os cuidados necessários.

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