- Uma mulher de 22 anos faleceu em um hospital de Santa Catarina, no Rio Grande do Sul, após sofrer um choque anafilático durante um exame de tomografia.
- O incidente ocorreu no dia 20 de agosto, quando a paciente teve uma reação grave ao contraste utilizado no procedimento.
- O contraste é uma substância química, geralmente à base de iodo, bário ou gadolínio, usada para melhorar a visualização de órgãos e tecidos em exames de imagem.
- Embora reações alérgicas graves sejam raras, elas podem ocorrer e incluem queda da pressão arterial e problemas renais.
- Após receber atendimento médico e ser entubada, a mulher não resistiu às complicações.
Uma mulher de 22 anos, Leticia Paul, faleceu em um hospital de Santa Catarina, no Rio Grande do Sul, após sofrer um choque anafilático durante um exame de tomografia. O incidente ocorreu na última quarta-feira, 20, quando Leticia teve uma reação grave ao contraste utilizado no procedimento, mesmo após receber atendimento médico.
O contraste, uma substância química frequentemente à base de iodo, bário ou gadolínio, é essencial para evidenciar alterações em órgãos e tecidos durante exames de imagem. Ele pode ser administrado por via oral, injeção ou diretamente em articulações, dependendo do tipo de exame. Normalmente, o paciente deve passar por um jejum de 2 horas e informar ao médico sobre alergias e condições de saúde antes do uso do contraste.
Embora a maioria dos pacientes não apresente complicações, reações alérgicas graves podem ocorrer em casos raros. Os efeitos colaterais podem incluir queda da pressão arterial e problemas renais, com sinais aparecendo até 48 horas após a administração. Após o incidente, Leticia foi entubada, mas não resistiu às complicações.
A morte de Leticia levanta preocupações sobre a segurança do uso de substâncias de contraste em exames médicos. Profissionais de saúde enfatizam a importância de seguir orientações pré-exame e monitorar pacientes para evitar reações adversas.
Entre na conversa da comunidade