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Adote 4 hábitos saudáveis e aumente suas chances de viver até os 100 anos

Ethel Caterham, a mulher mais velha do mundo, ilustra como hábitos saudáveis podem aumentar a longevidade e a qualidade de vida

Prática de exercício físico e controle do estresse estão entre as medidas que favorecem a longevidade (Foto: pucko_ns/Adobe Stock)
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  • Ethel Caterham, uma mulher de 115 anos do Surrey, foi reconhecida como a pessoa mais velha do mundo.
  • Seu caso evidencia a importância de hábitos saudáveis para a longevidade, como atividade física, alimentação equilibrada e conexões sociais.
  • A prática regular de atividade física, como caminhar por cerca de 75 minutos por semana, pode aumentar a expectativa de vida em até dois anos.
  • Uma dieta rica em frutas, verduras e grãos integrais, e a manutenção de um sono regular de 7 a 9 horas por noite, são fundamentais para a saúde.
  • Conexões sociais ativas e resiliência ao estresse também contribuem para uma vida mais longa e saudável.

Uma mulher de 115 anos, Ethel Caterham, do Surrey, foi oficialmente reconhecida como a pessoa mais velha do mundo. Seu caso destaca a relevância de hábitos saudáveis, como atividade física, alimentação equilibrada e conexões sociais, na busca pela longevidade.

Pesquisas indicam que a atividade física regular é um dos principais fatores para uma vida longa. Um estudo revelou que aumentar a atividade para cerca de 75 minutos semanais de caminhada pode aumentar a expectativa de vida em até dois anos. Além disso, a inatividade é prejudicial, elevando o risco de morte precoce. Levantar-se a cada 30 minutos e evitar longos períodos sentados são recomendações práticas.

Hábitos Alimentares

A dieta também desempenha um papel crucial. Um estudo com 100 mil pessoas ao longo de 30 anos mostrou que aqueles que atingem os 70 anos em boa saúde consomem mais frutas, verduras e grãos integrais, enquanto evitam alimentos processados e açucarados. Embora não seja necessário ser vegano, uma alimentação balanceada é fundamental.

O sono regular e de qualidade é outro aspecto importante. Um estudo com 500 mil britânicos revelou que padrões irregulares de sono estão associados a um risco 50% maior de morte precoce. O NHS recomenda que adultos durmam entre 7 e 9 horas por noite.

Conexões Sociais e Resiliência

O estresse também afeta a saúde. Evidências mostram que experiências adversas na infância podem impactar negativamente a saúde na velhice. Por outro lado, idosos com maior resiliência ao estresse tendem a viver mais. Práticas como ioga podem melhorar essa resiliência.

Além disso, a vida social ativa é um fator de longevidade. Pessoas com mais de 65 anos que participam de atividades sociais diariamente têm três vezes mais chances de viver cinco anos a mais em comparação com aquelas que são menos sociais. Redes sociais fortes ajudam a aliviar o estresse e promovem a saúde.

Embora a genética também influencie a longevidade, com estimativas de que 20% a 40% da expectativa de vida seja hereditária, os hábitos de vida são determinantes. Ethel Caterham, com sua idade avançada, exemplifica que, apesar de fatores genéticos, um estilo de vida saudável é essencial para maximizar as chances de uma vida longa e saudável.

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