- A Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA) revogou a autorização de uso emergencial das vacinas contra a Covid-19.
- A vacinação agora é permitida apenas para pessoas em alto risco de desenvolver doenças graves.
- O secretário de Saúde e Serviços Humanos, Robert F. Kennedy Jr., anunciou a decisão, ressaltando a busca por ciência e segurança.
- A disponibilidade das vacinas para outros grupos e a cobertura por planos de saúde ainda são incertas.
- As vacinas da Moderna, Pfizer e Novavax permanecem disponíveis, mas restritas a indivíduos vulneráveis.
A Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA) revogou, nesta quarta-feira, a autorização de uso emergencial das vacinas contra a Covid-19, permitindo a vacinação apenas para pessoas em alto risco de desenvolver doenças graves. Essa mudança marca uma nova fase na abordagem do governo em relação à pandemia, que anteriormente havia implementado mandatos de vacinação durante a administração Biden.
O secretário de Saúde e Serviços Humanos, Robert F. Kennedy Jr., anunciou a decisão em uma postagem nas redes sociais, afirmando que a nova estrutura atende à demanda da população por ciência, segurança e bom senso. Ele destacou que as vacinas continuam disponíveis para aqueles que optarem por elas, desde que consultem seus médicos. Contudo, a disponibilidade para grupos não considerados de alto risco e a cobertura por planos de saúde permanecem incertas.
As vacinas autorizadas incluem a da Moderna para pessoas a partir de seis meses, a da Pfizer para maiores de cinco anos e a da Novavax para indivíduos a partir de doze anos, mas todas restritas a quem apresenta maior vulnerabilidade ao vírus. A decisão da FDA reflete um movimento crescente de ceticismo em relação às vacinas nos Estados Unidos, especialmente por parte de figuras proeminentes que questionam a eficácia e a necessidade das imunizações.
A revogação da autorização de uso emergencial pode impactar a forma como a população acessa as vacinas e a disposição dos planos de saúde em cobrir os custos, especialmente para aqueles que não se enquadram nos critérios de risco elevado. A situação continua em desenvolvimento e novas atualizações são esperadas.
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