- A adulteração de combustíveis é um problema comum nas estradas do Brasil, afetando a performance dos veículos.
- Sinais de combustível adulterado incluem engasgos, queda de potência e aumento no consumo.
- Rogério Gonçalves, diretor de combustíveis da Associação de Engenheiros da Petrobras (AEA), recomenda completar o tanque com gasolina aditivada ou etanol.
- Motoristas devem registrar queixas na distribuidora do posto e na Agência Nacional do Petróleo (ANP).
- Os custos de reparo podem ser altos, especialmente em veículos premium, podendo ultrapassar R$ 850,00.
A adulteração de combustíveis continua a ser um problema significativo nas estradas do Brasil, afetando a performance dos veículos e a segurança dos motoristas. Sinais como engasgos, queda de potência e aumento no consumo podem indicar que o tanque contém combustível adulterado, o que pode causar danos severos ao motor.
Rogério Gonçalves, diretor de combustíveis da AEA, recomenda que motoristas que enfrentam esses problemas completem o tanque com gasolina aditivada ou etanol. Essa ação pode ajudar a queimar a mistura contaminada. Além disso, é crucial registrar queixas junto à distribuidora do posto e à ANP para que medidas sejam tomadas.
Os custos de reparo podem ser altos, especialmente em veículos de maior valor. Por exemplo, o jogo de velas para um carro popular, como o Fiat Palio 1.0, custa cerca de R$ 50, enquanto modelos mais sofisticados, como o Hyundai HB20 1.0, podem ter velas que variam de R$ 128 a R$ 400. Em veículos premium, como o BMW Série 3, o custo pode ultrapassar R$ 850.
Quando a adulteração reduz a octanagem, o acúmulo de carbono pode levar a danos internos graves, exigindo reparos que podem custar dezenas de milhares de reais. Gonçalves alerta para a importância de evitar abastecer em postos sem bandeira ou de procedência duvidosa, enfatizando que a prevenção é a melhor forma de proteger tanto o veículo quanto o bolso do motorista.
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