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Operação apreende três toneladas de café adulterado e ensina como identificar o original

Ação fiscaliza 19 pontos de venda e visa proteger consumidores de cafés adulterados que podem comprometer a saúde e a qualidade do produto

Operação Café Real apreendeu marcas do produto suspeitas de serem falsificadas (Foto: Divulgação)
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  • A Operação Café Real foi realizada pela Secretaria Estadual de Defesa do Consumidor (Sedcon) em parceria com o Procon-RJ, a Polícia Militar do Rio, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e Procons municipais.
  • A ação ocorreu em dezenove pontos de venda no estado, incluindo a capital e cidades como Campos dos Goytacazes e Itaperuna.
  • A operação foi motivada por denúncias da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) sobre a venda de cafés adulterados.
  • Produtos apreendidos serão analisados pela Abic, pois cafés adulterados são vendidos a preços inferiores, entre R$ 20,00 e R$ 25,00 o quilo.
  • O secretário de Defesa do Consumidor, Gutemberg Fonseca, ressaltou os riscos à saúde e os prejuízos financeiros causados pelo consumo desses produtos.

A Operação Café Real foi deflagrada nesta quarta-feira pela Secretaria Estadual de Defesa do Consumidor (Sedcon), em colaboração com o Procon-RJ, a Polícia Militar do Rio, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e os Procons municipais. O objetivo da ação foi combater a venda de cafés adulterados em diversos pontos do estado.

As equipes realizaram fiscalizações em 19 locais, incluindo a capital e cidades como Campos dos Goytacazes, São Fidélis, Itaperuna, Carmo e Cantagalo. A operação surgiu após denúncias da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), que identificou produtos falsificados à venda. Os itens apreendidos serão enviados para análise da Abic.

Cafés adulterados são frequentemente vendidos a preços inferiores ao mercado, variando entre R$ 20 e R$ 25 o quilo, enquanto o preço médio de 250 gramas de marcas tradicionais é maior. Esses produtos são torrados e moídos em locais não autorizados e embalados de forma a imitar grandes marcas. Segundo a Abic, esses cafés não passam por controle de qualidade, colocando a saúde dos consumidores em risco.

A legislação brasileira permite apenas 1% de impurezas no café, como cascas e folhas, mas proíbe a presença de grãos de outros gêneros, aromatizantes e corantes. O secretário de estado de Defesa do Consumidor, Gutemberg Fonseca, destacou a importância das fiscalizações, afirmando que o consumo de café impróprio pode causar problemas de saúde e prejuízos financeiros aos consumidores. A operação visa garantir que os cidadãos recebam produtos de qualidade e segurança.

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