- Uma bebê de Belo Horizonte foi diagnosticada com cardiomiopatia genética e precisou de internação na UTI.
- Após 42 dias de espera e 36 dias com o coração artificial Berlin Heart, ela recebeu um novo coração em 17 de julho.
- A recuperação foi rápida, e a menina voltou para casa em agosto.
- A mãe destacou a importância da doação de órgãos, mencionando que o coração de um “pequeno anjo” agora vive na filha.
- A história da bebê começou em maio de 2022, e a saúde dela se deteriorou em fevereiro de 2023, levando a família a buscar um transplante.
A pequena Aurora, de apenas 1 ano, natural de Belo Horizonte, enfrentou uma batalha intensa contra a cardiomiopatia genética. Diagnosticada com a doença, que afeta o músculo cardíaco, ela precisou ser internada na UTI e utilizou um coração artificial, o Berlin Heart, antes de receber um transplante.
Após 42 dias de espera e 36 dias com o dispositivo, Aurora recebeu um novo coração em 17 de julho. A recuperação foi surpreendente, e em agosto, a menina pôde voltar para casa. Sua mãe, Rochane Nayara Soares Lopes, destacou a importância da doação de órgãos, afirmando que o coração de um “pequeno anjo” agora vive em Aurora, proporcionando a ela a chance de ter uma infância feliz.
A história de Aurora começou em 29 de maio de 2022, quando nasceu por cesariana. Os primeiros meses foram tranquilos, mas em fevereiro de 2023, a saúde da menina deteriorou rapidamente. Inicialmente diagnosticada com uma possível infecção urinária, exames revelaram um coração aumentado. Após várias complicações, Aurora foi transferida para um hospital de referência em São Paulo, onde um teste genético confirmou a alteração no gene FLNC.
Com a possibilidade de um transplante, a família enfrentou momentos de desespero, mas decidiu lutar. Em 5 de junho, Aurora entrou na fila de espera. Em junho, ela sofreu uma arritmia grave e foi colocada na ECMO, uma máquina que substitui a função do coração e dos pulmões. A instalação do Berlin Heart ocorreu em 11 de junho, permitindo que Aurora recuperasse funções vitais.
O transplante foi realizado com sucesso, e a recuperação de Aurora foi rápida. A cardiologista Vivian De Biase explicou que o Berlin Heart é um dispositivo externo que bombeia sangue para o corpo, essencial para a recuperação da menina. Com o novo coração, Aurora começou a ganhar peso e a redescobrir o mundo ao seu redor.
Rochane expressou sua gratidão à família doadora, ressaltando que a doação de órgãos é um ato de amor que salva vidas. A história de Aurora não apenas destaca a luta de uma criança, mas também a importância da solidariedade em momentos de dor.
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