- A Organização Mundial da Saúde (OMS) destacou a necessidade de eliminar as gorduras trans industriais, que causam mais de 278 mil mortes anuais.
- Países como Dinamarca, Noruega, Omã e Singapura foram reconhecidos pela OMS por suas ações eficazes na eliminação dessas substâncias, beneficiando mais de 170 milhões de pessoas.
- As gorduras trans são formadas a partir do processamento de óleos vegetais e estão presentes em alimentos como biscoitos e margarinas, aumentando o risco de doenças cardíacas.
- Desde 2018, a OMS lançou uma iniciativa global para eliminar essas gorduras, e o número de países com políticas de eliminação cresceu de 11 para quase 60, abrangendo 46% da população mundial.
- A União Europeia também estabeleceu limites legais para a presença de gorduras trans em alimentos, e o sucesso depende da implementação de sistemas de monitoramento e cumprimento das políticas.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) destacou a importância de eliminar as gorduras trans industriais, responsáveis por mais de 278 mil mortes anuais. Recentemente, países como Dinamarca, Noruega, Omã e Singapura foram reconhecidos por suas iniciativas eficazes na eliminação dessas substâncias, beneficiando mais de 170 milhões de pessoas.
As gorduras trans são formadas quando óleos vegetais são processados em formas semissólidas, sendo comuns em alimentos como biscoitos e margarinas. Essas substâncias não oferecem benefícios à saúde e aumentam o risco de doenças cardíacas. Desde 2018, a OMS lançou uma iniciativa global para eliminar essas gorduras da oferta de alimentos processados, reconhecendo países que implementam políticas eficazes.
Austria, Noruega, Omã e Singapura se juntaram a um grupo de nações que já haviam sido certificadas pela OMS. Austria foi pioneira ao estabelecer limites para o conteúdo de gorduras trans em 2009, resultando em uma significativa redução. Noruega também adotou medidas desde 2014, mantendo a ingestão de gorduras trans abaixo de 1% das calorias consumidas.
Omã proibiu a produção e comercialização de óleos parcialmente hidrogenados em 2022, alinhando-se a sua Estratégia Nacional de Nutrição. Singapura, por sua vez, impôs limites rigorosos e colaborou com empresas para reformular produtos, eliminando essas gorduras.
A OMS observa que, em sete anos, o número de países com políticas de eliminação de gorduras trans cresceu de 11 para quase 60, abrangendo 46% da população mundial. A União Europeia também estabeleceu limites legais para a presença dessas substâncias em alimentos. O sucesso na luta contra as gorduras trans depende da implementação de sistemas de monitoramento e cumprimento rigoroso das políticas.
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