- A covid-19 continua a ser uma preocupação de saúde pública, especialmente entre idosos e grupos de risco.
- O Rio de Janeiro e o Amazonas registraram aumento nas hospitalizações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), com foco em idosos e crianças.
- O boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), aponta a covid-19 como a principal causa de hospitalização por SRAG nas últimas semanas.
- A pesquisadora Tatiana Portella destaca a importância da atualização da vacinação, recomendando doses de reforço a cada seis meses para idosos e imunocomprometidos.
- Em 2025, foram registradas 10.051 mortes por SRAG, com 21,2% atribuídas à covid-19, evidenciando a necessidade de atenção contínua à saúde pública.
A covid-19 continua a ser uma preocupação significativa, especialmente entre idosos e grupos de risco. Recentemente, o Rio de Janeiro e o Amazonas registraram um aumento nas hospitalizações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), com destaque para os idosos e crianças. O boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), revelou que a covid-19 é a principal causa de hospitalização por SRAG nas últimas semanas.
Entre os dados mais recentes, o boletim, divulgado em 4 de setembro, indicou um crescimento nas notificações de SRAG em diversos estados, incluindo São Paulo, Minas Gerais e Pernambuco. No Amazonas, o aumento é particularmente alarmante entre crianças de até quatro anos, relacionado ao Vírus Sincicial Respiratório (VSR). Em outras regiões, como o Espírito Santo, o crescimento da SRAG afeta principalmente a população idosa.
Atualização da Vacinação
A pesquisadora Tatiana Portella, responsável pelo InfoGripe, enfatiza a importância da atualização da vacinação. Idosos e imunocomprometidos devem receber doses de reforço a cada seis meses, enquanto outros grupos de risco, como aqueles com comorbidades, devem se vacinar anualmente. A atividade do Sars-CoV-2 em vários estados serve como um alerta para que a população vulnerável verifique sua situação vacinal.
Em termos de dados nacionais, foram registradas 10.051 mortes por SRAG em 2025, com 21,2% atribuídas à covid-19. Nas últimas quatro semanas, a prevalência de óbitos positivos foi de 26,7% para covid-19, evidenciando a necessidade de atenção contínua à saúde pública.
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