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Trump assina medida para restringir anúncios de medicamentos ao consumidor

Trump assina memorando para aumentar a transparência na publicidade de medicamentos e combater a desinformação nas mídias sociais

Secretário de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, Robert F. Kennedy Jr., testemunha em audiência do Comitê de Finanças do Senado sobre a agenda de saúde de Donald Trump para 2026 (Foto: Reprodução)
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  • O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou um memorando em 10 de outubro de 2023 para aumentar a transparência na publicidade de medicamentos.
  • A medida abrange anúncios tradicionais e aqueles veiculados em mídias sociais e por influenciadores digitais.
  • O Secretário de Saúde e Serviços Humanos, Robert F. Kennedy Jr., afirmou que o objetivo é combater a desinformação e garantir informações precisas sobre os riscos dos medicamentos.
  • A administração enviará cem cartas de advertência e notificações a empresas que não cumprirem as normas.
  • A ação surge em um contexto de críticas à publicidade farmacêutica, que, segundo médicos, pode prejudicar a relação com os pacientes.

President Donald Trump assinou um memorando que visa aumentar a transparência na publicidade de medicamentos direcionada ao consumidor. A medida, anunciada na terça-feira, 10 de outubro de 2023, busca regulamentar não apenas os anúncios tradicionais, mas também os veiculados em mídias sociais e por influenciadores digitais.

A administração de Trump, através do Secretário de Saúde e Serviços Humanos, Robert F. Kennedy Jr., pretende combater a desinformação e garantir que os consumidores tenham acesso a informações precisas sobre os riscos associados aos medicamentos. O memorando determina que a FDA e o comissário da agência, Marty Makary, intensifiquem a fiscalização e a precisão nas campanhas publicitárias.

Entre as ações previstas, estão o envio de cem cartas de advertência e milhares de notificações a empresas que não cumprirem as normas atuais. A administração também se compromete a eliminar uma “brecha” regulatória que permitia que os anúncios direcionassem os consumidores a sites para obter informações completas sobre efeitos colaterais.

A crescente preocupação com a publicidade de medicamentos é respaldada por um relatório da comissão “Make America Healthy Again”, que recomenda um aumento na supervisão das leis de publicidade. A administração priorizará violações que demonstrem danos, especialmente aquelas envolvendo influenciadores e empresas de telemedicina.

Desde que a FDA relaxou as regras de publicidade em 1997, os gastos com anúncios de medicamentos nos EUA superaram 10 bilhões de dólares em 2022. A medida de Trump surge em um contexto de críticas sobre a eficácia e a ética da publicidade farmacêutica, que, segundo médicos, pode distorcer a relação com os pacientes.

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