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Soranz critica suspensão de clínica no Vidigal e questiona política de segurança

Obra da Clínica da Família no Vidigal é suspensa após ameaças a operários; secretário de Saúde critica falta de segurança na região

Daniel Soranz é visto em uma cerimônia de posse na Secretaria Municipal de Saúde (Foto: Reprodução)
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  • O secretário municipal de Saúde do Rio de Janeiro, Daniel Soranz, criticou a falta de segurança no Vidigal após a suspensão da obra da Clínica da Família.
  • Operários foram ameaçados por um homem armado que se apresentou como proprietário do imóvel.
  • Não houve registro de traficantes armados no boletim de ocorrência.
  • Soranz destacou que a ausência de políticas de segurança afeta serviços públicos essenciais, como saúde e educação.
  • A Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da região se comprometeu a garantir a segurança para a continuidade da obra, que é uma promessa de campanha do prefeito Eduardo Paes.

O secretário municipal de Saúde do Rio de Janeiro, Daniel Soranz, expressou sua preocupação com a falta de estratégias de segurança em áreas dominadas pelo tráfico e pela milícia. A crítica surgiu após a suspensão da obra da Clínica da Família no Vidigal, onde operários foram ameaçados por homens armados. O episódio ocorreu na terça-feira, quando um indivíduo, que se apresentou como proprietário do imóvel, solicitou a interrupção das atividades.

No registro policial, não há menção a traficantes armados, apenas a abordagem do homem que pediu a desmobilização. Soranz destacou que a ausência de uma política de segurança estruturada compromete a execução de serviços públicos essenciais, como saúde e educação. Ele afirmou que 516 interrupções nas atividades das unidades de saúde ocorreram devido a conflitos armados.

Impacto na Comunidade

O Vidigal, que já foi um destino turístico popular, enfrenta desafios significativos. A construção da Clínica da Família, orçada em R$ 6 milhões, foi uma promessa de campanha do prefeito Eduardo Paes. O espaço contará com consultórios e serviços de saúde, incluindo ressonância magnética. A previsão era de conclusão para o próximo ano, mas a segurança da obra agora é uma preocupação.

A Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da região se comprometeu a garantir a segurança para a continuidade da obra. Soranz espera que a situação seja resolvida rapidamente, ressaltando a importância da clínica para a comunidade do Vidigal, que aguarda ansiosamente por esse equipamento de saúde.

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