- A influenciadora Virgínia Fonseca revelou sua luta contra o hábito de roer unhas, que a levou a danificar as pontas dos dedos.
- Celebridades como Cleo Pires, Grazi Massafera, Kristen Stewart e Kate Middleton também admitiram enfrentar esse problema.
- A fisioterapeuta dermatofuncional Monica Druzian destacou os riscos à saúde, como lesões na cutícula e infecções bacterianas e fúngicas.
- Druzian sugeriu estratégias para controlar a ansiedade, incluindo terapias e técnicas de respiração, além de cuidados estéticos com as unhas.
- Métodos práticos, como o uso de esmaltes amargos e manicures regulares, podem ajudar a reduzir a compulsão de roer unhas.
Roer unhas é um comportamento comum que afeta muitas pessoas, incluindo celebridades. Recentemente, a influenciadora Virgínia Fonseca revelou publicamente sua luta contra esse hábito, que a levou a roer até as pontas dos dedos. Celebridades como Cleo Pires, Grazi Massafera, Kristen Stewart e Kate Middleton também já admitiram enfrentar essa dificuldade, mostrando que o problema é mais frequente do que se imagina.
Riscos à Saúde
De acordo com a fisioterapeuta dermatofuncional Monica Druzian, roer unhas está frequentemente ligado à ansiedade e pode trazer sérios riscos à saúde. Lesões na cutícula e na pele ao redor das unhas podem ocorrer, aumentando a probabilidade de infecções bacterianas e fúngicas. Além disso, o contato da boca com microrganismos presentes nas unhas pode elevar o risco de infecções gastrointestinais.
Os principais problemas associados a esse hábito incluem infecções na pele, como a paroníquia, que causa inflamação dolorosa ao redor da unha. O hábito também pode levar a deformações na lâmina ungueal, resultando em unhas frágeis e quebradiças. Lesões dentárias, como desgaste do esmalte e inflamações gengivais, são consequências comuns.
Estratégias de Controle
Monica Druzian destaca que roer unhas não deve ser visto apenas como uma questão estética. Para muitos, esse comportamento serve como uma válvula de escape temporária para a ansiedade, mas não resolve a raiz do problema. Por isso, é essencial buscar estratégias para controlar a ansiedade, como terapias, técnicas de respiração e, em alguns casos, acompanhamento médico.
Métodos práticos, como o uso de esmaltes amargos, cuidados estéticos regulares e barreiras físicas, podem ajudar a reduzir a frequência do hábito. O tratamento deve abordar tanto o controle da ansiedade quanto o cuidado direto com as unhas. Manter as unhas hidratadas e investir em manicures regulares são passos importantes para preservar a saúde das mãos e diminuir a compulsão de roê-las.
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